Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Política

Augusto Cury propõe ampliar produção agrícola e privatizar rodovias na Amazônia

Em Porto Velho, candidato do Avante também defendeu mudanças na saúde e ações contra a entrada de jovens no crime organizado.

Augusto Cury defende verticalização da produção agrícola durante agenda na Amazônia
Foto: Amanda Oliveira/g1

O candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) defendeu, durante agenda em Porto Velho, a ampliação da produção agrícola na Amazônia com integração entre lavouras e criação de animais. A proposta é transformar soja e milho em proteína animal, em vez de concentrar a atividade na exportação dos grãos.

Cury afirmou que a suinocultura, a avicultura e a bovinocultura precisam crescer na região. Para ele, o processamento local pode ampliar a cadeia produtiva agrícola.

O candidato também apoiou a privatização de rodovias, citando o modelo existente em parte do Sudeste como referência para melhorar as estradas e o transporte. Ele condicionou a medida à cobrança de pedágios que não prejudique produtores e empresas. “A privatização pode ser importante, desde que o pedágio não seja um pedágio que asfixie o transporte”, disse.

Na área da saúde, Cury afirmou que pretende fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS), ampliar o número de médicos e melhorar a remuneração de profissionais da medicina e da enfermagem. A expansão da telemedicina também foi apresentada como uma das propostas, com atendimento a pessoas que estejam no campo, na periferia ou na cidade.

Segurança e emprego

Para a segurança pública, o candidato disse que pretende treinar e equipar agentes das polícias Militar e Civil com tecnologia. Ele também associou investimentos em educação e na geração de empregos para jovens à prevenção da entrada no crime organizado.

Cury afirmou que 6,7 milhões de jovens não trabalham nem estudam e podem ser recrutados por organizações criminosas. Na avaliação dele, o combate ao crime deve envolver inteligência estratégica e integração entre as forças de segurança. “Pior do que o crime organizado é o Estado desorganizado”, afirmou.

O candidato disse ainda que o crime organizado e o tráfico de drogas começam a recrutar pessoas aos 11 anos, enquanto a atuação do Estado ocorreria aos 17 anos.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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