O Ministério da Justiça registrou 313 crimes eleitorais até as 14h deste domingo (4), durante as eleições gerais. Minas Gerais lidera o número de ocorrências, com 43 registros.
No país, foram apreendidas quatro armas, 5.557 materiais de campanha, 13 veículos e R$ 108.560 em dinheiro. Entre os crimes mais frequentes estão propaganda eleitoral irregular, com 69 casos; boca de urna, com 60; compra de votos, com 16; e desobediência às ordens da Justiça Eleitoral, também com 16 ocorrências.
Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina aparecem entre os estados com maiores números de registros.
Efetivo mobilizado
Para o primeiro turno, o Ministério da Justiça informou o empenho de 321.940 funcionários. Desse total, 304.554 são agentes estaduais, 6.565 pertencem à Polícia Federal, 4.115 à Polícia Rodoviária Federal e 142 à Força Nacional.
O Tribunal Superior Eleitoral alerta que pedir voto no dia da eleição configura crime. A prática pode resultar em prisão de seis meses a um ano, multa entre R$ 5.000 e R$ 15 mil e suspensão do título de eleitor.
Também são proibidos comícios, carreatas e qualquer forma de propaganda de partidos ou candidatos durante o dia do pleito. A legislação permite apenas a manifestação individual e silenciosa da preferência política, demonstrada exclusivamente por bandeiras, bonés, broches, camisetas e adesivos.








