Os ataques de 11 de setembro de 2001 deixaram 2.977 mortos nos Estados Unidos. Às vésperas do 25º aniversário do atentado, Nova York terá uma estrutura específica para homenagear vítimas e profissionais envolvidos no resgate, além de um grupo voltado à preparação contra novas ameaças.
As medidas foram anunciadas na sexta-feira (4/9) pelo prefeito Zohran Mamdani e formalizadas em duas ordens executivas. Uma delas instituiu o Dia Oficial da Lembrança e Serviço, dedicado às vítimas e às autoridades que participaram das operações de salvamento.
A outra ordem criou a Equipe Interagências de Continuidade e Garantia de Missão. O grupo terá como foco integrar a coordenação e a preparação da cidade diante de possíveis riscos futuros.
Como ocorreram os ataques
Em 11 de setembro de 2001, 19 terroristas ligados a Al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais e os desviaram para alvos dentro dos Estados Unidos. Dois atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. Outra aeronave bateu no Pentágono, na Virgínia, enquanto o quarto avião caiu na Pensilvânia depois que passageiros reagiram aos sequestradores. Não houve sobreviventes entre passageiros e tripulantes.
Os atentados foram liderados por Osama bin Laden, fundador e então líder da Al-Qaeda. O episódio levou ao início da política de Guerra ao Terror, promovida pelo ex-presidente George W. Bush. Meses depois, os Estados Unidos invadiram o Afeganistão para caçar bin Laden e o Talibã, acusado de apoiar a organização. A ocupação norte-americana durou 20 anos.
Bin Laden foi morto em 2011, em Abbottabad, no Paquistão. Ele estava escondido em um complexo situado a cerca de 120 km de Islamabade, capital do país, quando foi localizado por forças especiais dos Estados Unidos.








