Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Lula e Trump não têm reunião bilateral prevista antes da Assembleia da ONU

Presidentes estarão na mesma programação nesta terça-feira (22), mas não há encontro formal agendado entre os governos brasileiro e americano.

Lula e Trump não têm reunião bilateral prevista antes da Assembleia da ONU

Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump não têm uma reunião bilateral prevista antes da abertura do debate de líderes da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira (22), em Nova York. Até esta segunda-feira (21), os compromissos oficiais dos dois presidentes não incluíam um encontro entre eles.

Um funcionário da Casa Branca informou que Trump tinha dois compromissos programados nesta segunda-feira antes do início da Assembleia, sem a presença de Lula na agenda. A possibilidade de uma reunião formal já era considerada reduzida pela diplomacia brasileira. Nem a Casa Branca nem o Itamaraty confirmavam um encontro bilateral nos dias anteriores à abertura do evento.

Presidentes estarão na mesma programação

Lula chegou a Nova York na noite de domingo (20) para participar da Assembleia Geral. Pela tradição diplomática das Nações Unidas, o Brasil faz o primeiro discurso do debate geral, seguido pelo presidente dos Estados Unidos, país anfitrião da sede da organização. Com isso, Lula falará antes de Trump na tribuna nesta terça-feira.

Mesmo sem reunião oficial marcada, ainda existe a possibilidade de uma interação breve entre os dois presidentes nos bastidores. No início de setembro, o governo brasileiro avaliava que a sequência dos discursos poderia abrir espaço para uma conversa casual, sem que isso representasse alteração na agenda oficial. O eventual contato poderia ocorrer durante a circulação das delegações e dos chefes de Estado pela sede das Nações Unidas.

Nesta segunda-feira, Lula se reuniu com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani. Após o encontro, foram divulgadas discussões sobre defesa da democracia, enfrentamento ao extremismo político e políticas voltadas às parcelas mais vulneráveis da população. A agenda brasileira também previa uma reunião com o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi.

O pronunciamento de Lula será o principal compromisso brasileiro na abertura do debate. A Assembleia reúne representantes dos 193 países integrantes das Nações Unidas. Entre as pautas historicamente defendidas pelo Brasil está a reforma das estruturas de governança internacional, incluindo o Conselho de Segurança, com ampliação da representação dos países em desenvolvimento e maior participação da América Latina e da África nos organismos decisórios.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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