Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Iraque confirma origem de ataques à Arábia Saudita e anuncia investigação

Governo iraquiano demitiu o comandante responsável por operações em Maysan; Trump atribuiu o ataque ao Irã de forma provável.

Iraque confirma origem de ataques à Arábia Saudita e anuncia investigação
Foto: Handout/HANDOUT

O governo do Iraque confirmou neste sábado que ataques contra um importante oleoduto da Arábia Saudita partiram de seu território e anunciou uma investigação. O primeiro-ministro Ali al-Zaidi demitiu o comandante do comando de operações da província de Maysan depois que autoridades identificaram um ponto de lançamento na região.

A Arábia Saudita suspendeu na sexta-feira, 11, as operações do oleoduto Leste-Oeste, classificando a decisão como uma medida de precaução. O Ministério das Relações Exteriores saudita afirmou que os ataques foram realizados por vários drones vindos do Iraque e disse que o país não retaliaria para permitir que o governo iraquiano adotasse as medidas necessárias.

Donald Trump afirmou que o Irã provavelmente está por trás da ofensiva. O presidente dos Estados Unidos também disse que seu governo teve conversas com os houthis, grupo apoiado por Teerã, sem informar quando os contatos ocorreram. Segundo Trump, os houthis disseram que não queriam lutar contra os Estados Unidos e preferiam que o país não se envolvesse.

Fronteira e impacto no petróleo

O Iraque também fechou as passagens de Shalamcheh e Chazabeh, interrompendo o tráfego de passageiros e de cargas com o Irã até novo aviso. A informação foi divulgada por Valiollah Hayati, vice-governador da província iraniana de Khuzistão, que pediu que comerciantes, motoristas e viajantes não se aproximassem dos locais.

O oleoduto saudita é usado para levar petróleo até o porto do Mar Vermelho. As exportações sauditas por essa rota mais que dobraram desde o início da guerra com o Irã, de acordo com a Agência Internacional de Energia. Os preços do petróleo bruto ultrapassaram 100 dólares por barril nesta semana.

Vazamento no Golfo de Omã

Um vazamento de petróleo no Golfo de Omã dobrou de tamanho entre quarta e quinta-feira, segundo Nina Noelle, do Greenpeace Alemanha. A área visível de poluição chegou a cerca de 400 quilômetros quadrados na quinta-feira, 10, e se estendia por quase 70 quilômetros, conforme imagens de satélite analisadas pela Associated Press.

O petroleiro RIESCO estava entre quatro navios-tanque atacados na terça-feira. Um quinto navio foi destruído no Estreito de Ormuz. O vazamento ameaça áreas protegidas na costa de Omã e do Irã, incluindo a região de Musandam e a Área Protegida de Hara-e Roud-e Gaz, na província de Hormozgan.

Negociações e violência na Cisjordânia

Líbano e Israel marcaram para outubro, em Roma, uma nova rodada de negociações diretas mediadas pelos Estados Unidos. Os embaixadores dos dois países nos Estados Unidos também devem se reunir na próxima semana, em Washington, para tratar da implementação do acordo-quadro alcançado no final de junho. Os dois países já realizaram sete rodadas de negociações em Washington e Roma.

Na Cisjordânia, tropas israelenses atiraram contra palestinos perto da aldeia de Faqqua e feriram um homem. Um vídeo mostra pelo menos 14 disparos e pessoas levando o ferido para um local seguro. As Forças Armadas de Israel confirmaram os disparos e disseram que os comandantes analisariam o incidente. Mahmoud Shahin, morador da aldeia, afirmou que o homem passava por cirurgia em um hospital em Jenin.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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