Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Índia tenta equilibrar tensões antes da cúpula do BRICS

Brasil avalia que a presidência indiana enfrentou turbulências e será representado pelo chanceler Mauro Vieira no encontro.

Índia tenta equilibrar tensões antes da cúpula do BRICS

A presidência da Índia no BRICS é vista pelo Palácio do Planalto como um fator de acomodação das tensões entre os integrantes do bloco e os países ocidentais. A cúpula dos chefes de Estado começa no sábado (12), em Nova Déli, sem a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O Brasil será representado pelo chanceler Mauro Vieira. A decisão de Lula de não viajar à Índia foi tomada em julho, diante da proximidade do encontro com a eleição presidencial.

As negociações entre os sherpas para produzir uma declaração sobre as reuniões ministeriais ainda estão em andamento. A presidência indiana foi descrita como turbulenta, marcada por situações geopolíticas que afetaram as discussões, entre elas o conflito no Oriente Médio.

Também não há definição sobre uma eventual declaração final da cúpula. O Brasil não apresentou propostas específicas nas negociações.

Conflito no Oriente Médio

Na avaliação do Palácio do Planalto, a guerra no Oriente Médio pode dificultar a construção de um texto final. Depois de ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, a República Islâmica passou a atingir posições de países parceiros dos Emirados Árabes Unidos e da Arábia Saudita, integrantes do BRICS. A Arábia Saudita, porém, ainda não formalizou sua adesão ao bloco.

A postura diplomática de Nova Déli é considerada relevante diante das divergências entre os países-membros e as nações ocidentais.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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