Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Fiat Panda estreito ganha registro como carro mais fino do mundo

Modelo de 1993 foi reduzido a 50,2 cm de largura, convertido para elétrico e reconhecido na edição 2027 do Guinness.

Um Fiat Panda 1993 modificado pelo italiano Andrea Marazzi foi reconhecido pelo Guinness como o carro mais estreito do mundo. O modelo foi convertido para elétrico e incluído na edição 2027 do Livro dos Recordes.

O Panda daquela época corresponde à versão europeia do Fiat Uno. Na preparação, Marazzi preservou parte significativa da carroceria original, mas alterou portas, colunas, faróis, lanternas traseiras e rodas. As duas extremidades dos faróis, dos lados direito e esquerdo, foram unificadas.

Dimensões e motorização

Para reduzir a largura, o italiano modificou as chapas da carroceria, unificou componentes e refez toda a suspensão e o assoalho. O resultado mede 50,2 cm de largura, abaixo dos 74 cm de uma motocicleta Honda CG 160. O comprimento permanece em cerca de 3,40 metros, enquanto a altura é de 1,42 m.

O motor original, um 0.8 de 34 cv, foi retirado e substituído por um propulsor elétrico alimentado por uma bateria de baixa tensão, com 12 volts. O veículo alcança 15 km/h e pode percorrer até 25 km por recarga. O peso é de 246 kg.

O projeto levou cerca de um ano e foi realizado em uma oficina de Bagnolo Cremasco. Entre os desafios esteve a adaptação da suspensão para acomodar os sistemas de transmissão, freios e direção, mantendo a capacidade de esterçar, frear e se mover tanto para a frente quanto para a ré.

Marazzi projetou o carro para que ele tivesse as dimensões compatíveis com o próprio corpo. A direção fica centralizada, e o motorista se acomoda de forma justa. O veículo não é homologado para circular em vias públicas e é usado em exibições.

A velocidade máxima só pode ser atingida com o embalo da rolagem em linha reta, não pela força do motor. Como as bitolas são muito curtas, a estabilidade lateral é baixa, e as curvas precisam ser feitas em velocidade muito reduzida. Para Marazzi, o reconhecimento representa uma conquista porque o carro provoca sorrisos e é compreendido pelo público como um projeto mecânico positivo.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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