Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Imagens revelam danos em bases dos EUA após ataques iranianos

Registros mostram aeronaves, veículos e edifícios destruídos em instalações americanas no Oriente Médio; Pentágono também listou perdas na frota.

Imagens revelam danos em bases dos EUA após ataques iranianos

Imagens feitas por militares americanos mostram edifícios, aeronaves e veículos destruídos em bases dos Estados Unidos no Oriente Médio após ataques iranianos. Os registros foram enviados sob condição de anonimato e divulgados na última terça-feira (15).

Na Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita, um Boeing E-3 Sentry aparece sem a parte traseira. O radar giratório usado para coleta de inteligência durante os voos ficava na cauda da aeronave, que foi arrancada e ficou carbonizada.

As imagens da mesma instalação também mostram quartéis destruídos. Entre as estruturas atingidas estão locais considerados essenciais para a proteção contra ataques com granadas e morteiros. No Kuwait, registros do Campo Buehring exibem a área destinada à concentração de tropas terrestres dos Estados Unidos e veículos blindados danificados.

Perdas listadas pelo Pentágono

Um relatório divulgado pelo Pentágono na última segunda-feira (14) apontou escassez de munição relacionada à guerra com o Irã. O documento informa que quatro caças F-15 foram destruídos e que um F-35 sofreu danos. Também registra sete aeronaves-tanque KC-135 danificadas ou destruídas e até 30 drones de ataque MQ-9 Reaper destruídos.

O levantamento considera o período de abril a junho deste ano. De acordo com o documento, ataques iranianos danificaram ou destruíram centenas de edifícios e instalações em bases americanas no Kuwait, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Iraque, Omã e Jordânia.

No início de setembro, Donald Trump afirmou que os Estados Unidos tinham “quantidades praticamente ilimitadas” de munição. Nos últimos meses, o governo havia se recusado a confirmar informações sobre a escassez.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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