Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Ataque em festa deixa 11 mortos e três feridos em Durban, na África do Sul

Três homens armados entraram em uma casa durante uma festa; a polícia procura os suspeitos e investiga a motivação do crime.

Ataque em festa deixa 11 mortos e três feridos em Durban, na África do Sul
Foto: Reprodução/X@SAPoliceService

Um ataque a tiros durante uma festa em uma residência de Durban, na África do Sul, deixou pelo menos 11 mortos e três feridos na madrugada desta quarta-feira, 23. Entre as vítimas está uma mulher grávida. Três homens armados são procurados pela polícia, e nenhuma prisão foi realizada.

As pessoas estavam reunidas na casa pouco antes das 23h00, no horário local, quando os suspeitos entraram e abriram fogo. Dez vítimas, incluindo a mulher grávida, morreram no local. A décima primeira foi declarada morta em um hospital.

Thamsanqa Ntuli, chefe do governo provincial de KwaZulu-Natal, cuja principal cidade é Durban, afirmou que a motivação ainda não foi determinada. “O incidente deixa a comunidade profundamente chocada e com muita dor”, declarou.

Polícia investiga possível rixa entre grupos

A polícia informou que algumas pessoas presentes na casa eram conhecidas por serem investigadas por atividades criminosas, mas disse que não poderia fornecer mais detalhes sobre essas apurações. Uma rixa entre grupos rivais também é considerada uma possibilidade, embora o motivo do ataque ainda não tenha sido confirmado.

Ntuli afirmou a repórteres no local que os assassinatos eram “realmente perturbadores”. Segundo ele, a comunidade, em grande parte empobrecida, enfrenta problemas conhecidos relacionados ao tráfico de drogas e à circulação de armas de fogo ilegais.

O bairro foi isolado com fita amarela enquanto peritos forenses examinavam a residência. Os corpos foram retirados do local em macas e levados para vans do Instituto Médico-Legal. A polícia também apura se o incêndio criminoso de um carro nas proximidades tem alguma ligação com o tiroteio.

Série de ataques

O caso ocorre após outros tiroteios em massa na África do Sul. Em junho, vários atiradores mataram 12 pessoas em um bairro pobre de Joanesburgo, em um ataque associado pela polícia a gangues criminosas. Em dezembro, dois episódios separados por duas semanas deixaram 21 mortos. Nos dois casos, vários homens armados participaram das ações.

As estatísticas oficiais da polícia registraram 5.427 homicídios no último trimestre, entre abril e junho, média de quase 60 por dia. Tiroteios são apontados como a forma mais comum de homicídio no país, enquanto policiais e especialistas em crimes citam a grande quantidade de armas ilegais em circulação como um dos principais problemas.

No início deste ano, o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa autorizou o envio de soldados para algumas áreas como parte do combate ao crime violento. A operação inclui regiões próximas a Joanesburgo e à Cidade do Cabo e a província do Cabo Oriental, mas não KwaZulu-Natal, onde ocorreu o ataque.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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