Londrina, Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
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Vitória contesta rescisão de patrocínio da 7K após medida provisória

Clube afirma que contrato deveria ser suspenso, e não encerrado; parceria com a casa de apostas vai até dezembro de 2027.

Vitória contesta rescisão de patrocínio da 7K após medida provisória
Foto: Victor Ferreira/Vitória

O Vitória tenta impedir o encerramento do contrato com a 7K, sua patrocinadora máster. A empresa comunicou a intenção de rescindir a parceria firmada em janeiro de 2025, alegando a medida provisória que proíbe a operação de bets no Brasil.

A diretoria do clube considera que a medida permite apenas a suspensão do acordo, porque ainda pode ser derrubada pelo Congresso Nacional. O Vitória enviou uma contra-notificação e aguarda uma resposta da empresa.

“Recebemos com surpresa a notificação de rescisão. Entendemos que não cabe”, afirmou o presidente do Vitória, Fábio Mota.

O contrato entre Vitória e 7K tem validade até dezembro de 2027. Quando foi assinado, o valor anual previsto era de R$ 16 milhões. Com os reajustes, a diretoria projeta que a quantia chegaria a R$ 45 milhões em 2027.

Grupo e outros clubes

A 7K pertence ao grupo Ana Gaming, que também controla a Verabet e a Cassino bet. Juntas, as três marcas informam ter 3,04 milhões de usuários ativos. A empresa encerrou antecipadamente, em janeiro, o patrocínio ao Fortaleza.

Até o fim de 2025, a 7K também patrocinava o Santos. A marca passou ainda por Mirassol, Novorizontino, Operário-PR, Athletic-MG, Ituano e Brusque. O grupo tinha o atacante Hulk e o comentarista Craque Neto como embaixadores.

Duas ações no Supremo Tribunal Federal discutem a derrubada da medida provisória. O Flamengo participa dos processos como parte interessada e estima perdas entre R$ 400 milhões e R$ 430 milhões até 2027. O clube é patrocinado pela Betano.

Uma terceira ação, apresentada em 2024, também passou a tratar da medida. O processo foi movido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo contra a regulamentação das bets, promulgada em 2023.

A entidade afirma que a regulamentação aumentou o endividamento das famílias por causa de comportamentos financeiros de alto risco. Flamengo e Fluminense integram o processo como partes interessadas.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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