Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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GP da Espanha tem quatro ultrapassagens e provoca críticas na Fórmula 1

Pilotos e chefes de equipe reclamaram da dificuldade para ganhar posições no circuito de Madring após a etapa disputada em Madri.

GP da Espanha tem quatro ultrapassagens e provoca críticas na Fórmula 1
Foto: AP Photo/Manu Fernandez/AP Photo/Manu Fernandez

O Grande Prêmio da Espanha terminou com apenas quatro ultrapassagens na pista depois da primeira volta, conforme levantamento compartilhado por u/BuxtonEU no Reddit. O número provocou críticas de pilotos e equipes à configuração do circuito de Madring, estreante no calendário da Fórmula 1.

Kimi Antonelli, da Mercedes e vencedor da prova, afirmou que o traçado não incentiva tentativas de ultrapassagem. Para o italiano, manobras mais arriscadas podem terminar em colisões. Ele também defendeu alterações em algumas curvas para criar mais oportunidades durante a corrida.

Gabriel Bortoleto, da Audi, classificou a etapa como “chata” e disse que houve pouca movimentação dentro da pista. A avaliação do brasileiro refletiu a principal reclamação do fim de semana: os carros conseguiam acompanhar uns aos outros, mas tinham dificuldade para completar as manobras.

Comparação com outras etapas

Antes da chegada da temporada a Madri, a média era de 61 ultrapassagens por corrida. Em 2026, o Grande Prêmio da China lidera o ranking, com 101, seguido por Miami, com 88, e Japão, com 85. Até Mônaco, conhecido pelas poucas oportunidades de passagem, registrou dez ultrapassagens.

Andrea Stella, chefe da McLaren, disse que é necessária uma diferença muito grande no tempo de volta para um carro conseguir passar o outro. Segundo ele, embora a reta tenha extensão suficiente, o desenho das curvas impede que dois veículos entrem lado a lado.

“É praticamente impossível tentar ultrapassar”, afirmou Stella.

Madring combina trechos em vias públicas com setores construídos para a Fórmula 1 e tem contrato de dez anos para receber o Grande Prêmio da Espanha. Max Verstappen já havia criticado o circuito antes da realização da prova e voltou a apontar o problema após a corrida.

Toto Wolff, chefe da Mercedes, informou que conversas sobre mudanças já ocorriam antes da primeira edição. O dirigente afirmou que os responsáveis pelo circuito estão abertos à possibilidade de alterações para o ano que vem, com o objetivo de manter uma pista desafiadora e ampliar as chances de ultrapassagem.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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