Michael Douglas negou que tenha sido internado por suposto vício em sexo e afirmou que a ida a uma clínica de reabilitação ocorreu por causa do abuso de álcool e do excesso de trabalho. O ator aborda o episódio no livro de memórias “One Helluva Ride”, que será lançado nesta terça-feira (6).
Em entrevista divulgada ontem (4), Douglas falou sobre os relacionamentos e as dificuldades reunidos na obra. Questionado sobre os rumores que o acompanham há décadas, disse que não se reconhece na descrição de alguém que teria se relacionado com muitas mulheres. “Fui um produto saudável dos anos 1960”, afirmou.
Rumor sobre tratamento
O ator também contestou os relatos de que teria sido internado nos anos 1990 para tratar um suposto vício em sexo. Segundo Douglas, a história foi criada por um editor de um tabloide britânico. “Não era verdade”, declarou.
Douglas já havia explicado que procurou tratamento em 1994 por causa do “excesso de trabalho e abuso de álcool”. De acordo com o ator, os tabloides transformaram posteriormente esse episódio em uma narrativa sobre dependência sexual.
Na entrevista, ele ainda recordou o início do relacionamento com Catherine Zeta-Jones. Douglas contou que ela estabeleceu uma condição para que os dois continuassem juntos: manter uma relação monogâmica.
O ator disse que, naquela noite, telefonou para algumas pessoas com quem mantinha relacionamentos e encerrou essas relações. Michael Douglas e Catherine Zeta-Jones se casaram em 2000 e comemoraram recentemente 25 anos de casamento.







