O petróleo voltou a subir nesta segunda-feira (7), depois de relatos de novos ataques contra uma refinaria da Saudi Aramco, petroleira estatal da Arábia Saudita. O contrato do WTI para outubro avançou 1,3%, a US$ 92,68 o barril. O Brent para novembro ganhou 0,75%, a US$ 97 o barril.
Durante a madrugada, as repercussões de ataques entre Estados Unidos e Irã no fim de semana levaram o Brent a US$ 97,93 o barril, maior nível em dois meses.
Na Ásia, os mercados encerraram o pregão majoritariamente em alta. O Kospi, da Coreia do Sul, subiu 4,61%, enquanto o Nikkei, do Japão, avançou 2,12% em Tóquio. Na China continental, o Xangai Composto teve alta de 0,06%, e o Shenzhen composto ganhou 1,5%. O Taiex, de Taiwan, avançou 1,67%. Em Hong Kong, o Hang Seng caiu 0,93%. Na Oceania, o S&P/ASX 200 terminou com alta de 0,06%.
Nova York e Europa
Os índices futuros das bolsas de Nova York encerraram a segunda-feira sem direção única, em meio ao feriado de Labor Day nos Estados Unidos. O Dow Jones recuou 0,62%, e o S&P 500 caiu 0,17%. O Nasdaq teve alta de 0,13%. A menor liquidez também marcou os negócios europeus.
Londres fechou em baixa de 0,08%; Frankfurt recuou 0,25%; e Paris avançou 0,33%. Milão subiu 0,25%, enquanto Lisboa ganhou 0,32%.
Inflação e juros
Os investidores acompanham, nesta semana, os dados de inflação dos Estados Unidos, que podem influenciar as próximas decisões do Federal Reserve. O índice de preços ao produtos será divulgado na quinta-feira (10), e o índice de preços ao consumidor sairá na sexta-feira (11).
Na sexta-feira (4), o payroll registrou a criação líquida de 162 mil vagas em agosto, acima das projeções, que variavam de zero a 125 mil postos, com mediana de 55 mil. Após o resultado, a plataforma FedWatch, do CME Group, indicava probabilidade de 39,6% para manutenção dos juros e de 60,4% para elevação na reunião do Fed em 16 de setembro.








