A criação de um sistema único de segurança, o SUSP, está entre os pontos da PEC da Segurança defendida pelo governo federal. A proposta prevê a integração das forças policiais no país, mas ainda não teve a tramitação concluída no Congresso.
A Câmara aprovou a PEC em março. No Senado, a proposta avançou inicialmente na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) cinco meses depois de chegar à Casa. A análise, porém, terminou sem uma decisão definitiva, e os senadores ainda podem retomar possíveis mudanças no texto.
Além dessa etapa, a PEC depende de votação no plenário do Senado. O atraso frustrou a expectativa do presidente Lula (PT), que havia incluído a aprovação entre as prioridades do governo no Congresso neste ano.
Mesmo com a votação pendente, Lula mantém a proposta entre as apostas da campanha à reeleição. Em inserções de rádio gravadas pelo presidente, a PEC é apresentada como uma forma de nacionalizar o combate ao crime e ampliar as estratégias contra a violência.
O conteúdo também cobra uma definição dos parlamentares. Lula afirma estar “esperando que o Congresso aprove”.








