Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Tecnologia

Televisão aberta ainda concentra mais de 60% do consumo de vídeo no Brasil

Consultor Fernando Morgado afirma que a televisão seguirá relevante mesmo com novas plataformas, telas e avanços da inteligência artificial.

Televisão aberta ainda concentra mais de 60% do consumo de vídeo no Brasil

A televisão aberta ainda concentra mais de 60% do consumo de vídeo no Brasil, segundo dados da Kantar IBOPE Media. Mesmo com a expansão da internet, dos celulares e de novas plataformas, o meio mantém presença significativa na rotina dos brasileiros.

A televisão chegou ao país em 1950, levando informação, novelas, entretenimento e conteúdos variados às residências. Desde então, passou por mudanças tecnológicas e de linguagem, mas preservou espaço no consumo audiovisual e na publicidade.

Para o consultor e pesquisador Fernando Morgado, a liderança da televisão aberta também está relacionada à geração de empregos no setor audiovisual e à contribuição para a sociedade. “É a maior mídia do Brasil por várias razões”, afirmou.

Credibilidade e adaptação

Morgado também destacou a credibilidade construída pela televisão ao longo dos anos. Na avaliação dele, o público ainda recorre ao meio quando busca verificar a veracidade de uma informação. Esse hábito, segundo o especialista, não foi perdido com o avanço de outras tecnologias.

A inteligência artificial e o surgimento de novas plataformas devem transformar a forma de produzir e assistir televisão, mas não eliminariam sua relevância. Para o consultor, a televisão continuará importante independentemente do dispositivo usado para acessar o conteúdo, especialmente por fazer parte da cultura brasileira.

As emissoras já adotam estratégias multiplataforma, distribuindo conteúdos em serviços digitais e redes sociais. Morgado defendeu que o mercado publicitário reconheça esses formatos como produtos televisivos também em linguagem e investimento.

“Um corte da RECORD NEWS no Instagram ou a transmissão Record Plus também é um produto televisivo em termos de linguagem”, disse.

O especialista afirmou que as agências precisam acompanhar as mudanças nos hábitos de consumo. O modo de fazer e assistir televisão daqui a 70 anos pode ser diferente do atual, mas a programação de qualidade e o respeito ao público devem permanecer como referências.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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