Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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iPhone 18 Pro Max iguala celulares gamer em potência com menos calor

Teste com sensores térmicos mostrou que o aparelho alcançou potência próxima à de modelos com ventoinha, mas em temperatura inferior.

iPhone 18 Pro Max iguala celulares gamer em potência com menos calor
Foto: Divulgação/Apple

O iPhone 18 Pro Max alcançou desempenho térmico próximo ao de smartphones Android voltados para jogos, mesmo sem usar uma ventoinha dedicada. Em teste realizado pelo YouTuber Geekerwan, o aparelho atingiu limite de potência de 5,9W e operou a 44,3°C.

A comparação envolveu o iPhone 17 Pro Max, o OnePlus 15 e o iQOO 15 Ultra. Os dois modelos Android utilizam o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, da Qualcomm. Sensores térmicos foram instalados nos aparelhos para medir potência e temperatura durante a avaliação.

Resultados do teste

O iPhone 17 Pro Max registrou limite de potência de 5,4W e temperatura de 45,2°C. Já o iPhone 18 Pro Max apresentou potência ligeiramente maior e funcionou em temperatura mais baixa.

O OnePlus 15 encerrou o teste com 6,1W, acima do resultado do iPhone 18 Pro Max, mas atingiu 47,2°C. No iQOO 15 Ultra, com a ventoinha desativada, o limite de potência foi de 5,9W, igual ao do iPhone 18 Pro Max, enquanto a temperatura chegou a 47,2°C.

Com a ventoinha na velocidade máxima, o iQOO 15 Ultra elevou o limite de potência para 7,3W e registrou 46,2°C. O resultado indica que o aparelho conseguiu ampliar sua potência com o sistema de resfriamento ativo.

A principal mudança térmica dos iPhones 18 Pro está na câmara de vapor, que tem o triplo da área de superfície do componente usado nos iPhones 17 Pro. A solução foi projetada para dissipar mais calor e manter limites de potência semelhantes aos de celulares gamer com sistemas de resfriamento mais robustos.

O teste também apontou desempenho sustentado superior no iPhone 18 Pro Max sem ventoinha dedicada, característica associada a tarefas que exigem mais do chip A20 Pro.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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