Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Gurman prevê que iPhone Duo poderá liderar mercado de dobráveis em 2027

Jornalista compara o aparelho ao iPhone original e projeta expansão dos dobráveis, apesar do preço inicial de US$2.000.

Gurman prevê que iPhone Duo poderá liderar mercado de dobráveis em 2027

Mark Gurman avalia que o iPhone Duo tem potencial para se tornar um dos principais marcos da Apple, em uma trajetória semelhante à do iPhone original. Para ele, o aparelho ficaria atrás apenas de lançamentos históricos da empresa, como o iMac, de 1998, o iPod, de 2001, o iPad, de 2010, e o Apple Watch, de 2015.

O jornalista associa o Duo à sensação provocada pelo iPhone original e pelo primeiro iPad durante a era Steve Jobs: a possibilidade de um produto alterar o mercado de computação pessoal. A avaliação considera que a Apple teria definido desde o lançamento uma estratégia voltada a vídeo, jogos e fotografia, além de funções relacionadas ao formato dobrável.

Entre os recursos citados estão uma versão renovada do modo Em Espera (StandBy), novas possibilidades para a câmera, o FaceTime com a segunda tela usada como visor e um modo despertador que aproveita o aparelho dobrado.

Comparação com a expansão dos smartphones

Gurman usa a evolução dos smartphones como referência para estimar o futuro dos dobráveis. Antes do lançamento do iPhone, em 2007, os smartphones representavam cerca de 6% dos aparelhos móveis vendidos no mundo. Seis anos depois, passaram a ser maioria. Atualmente, respondem por cerca de 85% do mercado global, embora a Apple detenha apenas por volta de um quinto dessa participação.

Os dobráveis representam hoje 2% dos smartphones vendidos globalmente. A projeção do jornalista é que esse tipo de aparelho se torne maioria entre os novos dispositivos vendidos dentro de uma década, impulsionado pelo Duo e por concorrentes que adotem escolhas de design semelhantes.

A transição, porém, seria mais lenta que a dos smartphones. O principal obstáculo apontado é o preço: o Duo parte de US$2.000, valor superior ao de dois iPhones tradicionais somados, com preços ainda mais altos em alguns mercados fora dos Estados Unidos.

Gurman afirma que a barreira pode diminuir com a redução do custo dos componentes e com a expansão internacional do programa de leasing Apple Upgrade, atualmente restrito aos EUA. Nesse cenário, a Apple poderia concentrar a comunicação no valor da mensalidade, em vez do preço integral do aparelho.

Possíveis versões e recursos futuros

O jornalista também prevê que a Apple poderá ampliar a linha com diferentes modelos, como um eventual iPhone Duo Max, com tela maior, e versões Duo SE ou Duo mini, com especificações mais simples ou formato clamshell. Para Gurman, o nome Duo deixaria espaço para a adoção desses sufixos, assim como ocorre com Air e Pro.

Sobre a chegada do Face ID e de uma câmera teleobjetiva, Gurman aposta que os dois recursos estão entre as prioridades da Apple para as próximas gerações, mas não antes da terceira geração. A limitação seria física: os componentes exigem uma profundidade que o design fino do Duo não comporta atualmente.

A solução, segundo ele, poderá combinar miniaturização e inteligência artificial. Sensores de profundidade e câmeras menos sofisticados poderiam ter parte das limitações compensada por processamento computacional. Esse caminho deve aparecer primeiro na tecnologia de reconhecimento facial do próximo hub residencial inteligente da Apple.

Gurman prevê ainda que o iPhone Duo se torne o dobrável dominante do mercado já no início de 2027. Na avaliação dele, a demanda poderá provocar revenda a preços inflados e escassez de estoque, superando os problemas de abastecimento que a Apple enfrenta neste ano no Mac em razão do boom de IA.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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