Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Eclipse solar total de 2027 terá 6 minutos e 23 segundos de duração

Fenômeno será visível em sua maior duração em terra firme, mas não poderá ser observado no Brasil.

Eclipse solar total de 2027 terá 6 minutos e 23 segundos de duração

Um eclipse solar total previsto para 2 de agosto de 2027 deixará áreas da África, Europa, Oriente Médio e Ásia em escuridão total por 6 minutos e 23 segundos. A Nasa informa que o fenômeno será o mais longevo do século 21 quando considerada a duração máxima em terra firme.

O eclipse solar total ocorre quando a Lua passa entre a Terra e o Sol e bloqueia a visão da superfície da estrela. Embora seja cerca de 400 vezes menor que o Sol, a Lua também está 400 vezes mais perto da Terra. Por isso, os dois corpos celestes parecem ter tamanho semelhante no céu quando estão alinhados.

A faixa de totalidade terá 257,7 km de largura e abrangerá a Península Ibérica, o norte da África e o Oriente Médio. A Arábia Saudita está entre os locais que poderão assistir ao fenômeno.

Comparações com outros eclipses

Em julho de 2009, um eclipse solar total alcançou 6 minutos e 39 segundos de duração. Na ocasião, porém, o ponto de maior duração ficava no Oceano Pacífico, o que reduziu a possibilidade de observação por pessoas em terra.

Considerando apenas áreas terrestres, o evento de 2027 será o mais longo desde 1991. Naquele ano, partes do México, da América Central, da Colômbia e da região Norte do Brasil permaneceram por 6 minutos e 53 segundos em escuridão total.

O eclipse de agosto não será visível no território brasileiro. Em 6 de fevereiro de 2027, entretanto, um eclipse anular poderá ser observado no Chile, na Argentina e no extremo leste das regiões Sul e Sudeste do Brasil. A faixa desse fenômeno terá 281,6 km de extensão, e o eclipse será parcial, com duração menor que a do evento de agosto.

Cuidados para observar

A Nasa recomenda não olhar diretamente para o Sol sem equipamentos próprios, como óculos e visores solares de papel. Equipamentos usados anteriormente devem ser examinados e descartados caso tenham arranhões ou danos.

Não é seguro observar o Sol por câmeras, binóculos ou telescópios usando apenas óculos ou visores de papel. Esses dispositivos exigem filtro solar especializado. A observação a olho nu só é recomendada durante a totalidade; quando a Lua começar a descobrir novamente a superfície solar, a proteção ocular deve voltar a ser usada.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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