Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Apple avalia dobrável com armazenamento de até US$3.000

Projeto liderado com participação de Tim Cook pode chegar ao mercado com estoque de até 10 milhões de unidades neste ano.

Apple avalia dobrável com armazenamento de até US$3.000

O possível “iPhone Ultra” poderá custar próximo de US$3.000 em algumas versões de armazenamento, enquanto a Apple avalia lançar o aparelho por US$2.200. A escassez de memória e a variação dos custos teriam levado o projeto além das metas financeiras da empresa.

A apresentação está prevista para amanhã, no evento que também deve marcar a estreia do novo CEO, John Ternus. Mark Gurman considera que o aparelho representará a maior mudança de formato do iPhone nesses quase 20 anos.

O dispositivo poderá ter dimensões próximas às de um passaporte quando fechado. Aberto, suas proporções seriam semelhantes às do Magic Trackpad. O modelo também deverá ter limitações de hardware em comparação com os iPhones “18 Pro”, mas a Apple aposta em recursos desenvolvidos para o iOS e em um nível de sofisticação superior ao de outros dobráveis.

Da pesquisa ao iPhone dobrável

O desenvolvimento ganhou força em 2020, depois de uma viagem de Tim Cook à Ásia. Na ocasião, o então CEO teve seu primeiro contato com smartphones de tela dobrável. Visitas a países como a China mostraram a força do segmento, especialmente pela presença dos modelos dobráveis da Samsung.

A Apple já estudava a tecnologia “há alguns anos”, segundo Gurman. Os primeiros testes consideravam um iPad mini expansível, capaz de assumir o formato de um tablet tradicional. O projeto foi depois ampliado para incluir o iPhone, com o objetivo de alcançar mais consumidores. Cook teria defendido publicamente essa mudança dentro da empresa.

A companhia estima vender entre 7 a 10 milhões de unidades neste ano. Para facilitar a compra, são consideradas opções como descontos em planos de parcelamento oferecidos pelas operadoras e o Apple Upgrade, programa de leasing da Apple nos Estados Unidos com possibilidade de compra ao fim dos pagamentos.

Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC, afirmou: “um enorme sucesso”. Ela também comparou a possível posição do aparelho na China à da bolsa Birkin, da Hèrmes.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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