Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Renan Santos propõe mudanças no STF e promete privatizar os Correios

Candidato do Missão chamou Alexandre de Moraes e Dias Toffoli de ilegítimos e disse que manteria Petrobras e Embrapa como estatais.

Renan Santos propõe mudanças no STF e promete privatizar os Correios
Foto: Reprodução/Rede Social

O candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, defendeu mudanças no Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que Alexandre de Moraes e Dias Toffoli são ministros ilegítimos. As declarações foram dadas durante sabatina da Jovem Pan nesta terça-feira, 8.

Santos disse que o próximo presidente deverá enfrentar o STF caso a composição atual seja mantida. Ele também defendeu que o Senado Federal avance com processos de impeachment contra ministros da Corte. O candidato afirmou ainda que não reconheceria eleições conduzidas por Moraes e Toffoli.

Entre as alterações propostas, estão o fim de escritórios de advocacia ligados a parentes e amigos de ministros do STF, a extinção de decisões monocráticas e a retirada da prerrogativa de a Corte julgar casos envolvendo senadores e deputados. Santos também defendeu uma reforma ampla no tribunal e rejeitou a adoção de critérios de diversidade para a escolha de ministros.

Privatizações e estatais

Na área econômica, o candidato afirmou que pretende privatizar os Correios e outras empresas que considera inúteis. Petrobras e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), porém, seriam mantidas por serem estratégicas, segundo Santos.

Ele citou a atuação da Embrapa e de instituições de ensino ligadas ao setor agrário como parte de uma estrutura de conhecimento e formação de mão de obra que contribuiu para o crescimento da agricultura brasileira. Entre os exemplos mencionados estão a ESALQ, em São Paulo, e a Viçosa, em Minas Gerais.

Críticas a Bolsonaro e armas nucleares

Santos criticou o governo de Jair Bolsonaro (PL), classificando aquele período como um surto coletivo. Ele mencionou declarações e propostas defendidas por integrantes da administração anterior e disse que algumas pessoas que apoiaram essas ideias terminaram na cadeia.

O candidato também voltou a defender uma política de armas nucleares para o Brasil, com mudança constitucional. Na avaliação dele, o tema não seria tratado no primeiro mandato e exigiria um horizonte superior a oito anos.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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