Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Lula e Flávio Bolsonaro concentram maiores gastos antes do primeiro turno

Candidatos à Presidência podem gastar R$ 88,9 milhões até 4 de outubro; Lula declarou R$ 65,6 milhões e Flávio, R$ 57,2 milhões.

Lula e Flávio Bolsonaro concentram maiores gastos antes do primeiro turno

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) são os candidatos à Presidência que mais gastaram na campanha para o primeiro turno das eleições de 2026. O limite estabelecido para cada presidenciável é de R$ 88,9 milhões até 4 de outubro.

Lula declarou R$ 65.682.712,27 em despesas à Justiça Eleitoral até 25 de setembro. O valor corresponde a cerca de 74% do teto e deixa pouco mais de R$ 23 milhões disponíveis para a última semana.

Flávio Bolsonaro informou gastos de R$ 57.203.065,32, equivalentes a pouco mais de 64% do limite. O candidato ainda pode investir R$ 31 milhões até o próximo domingo.

Os valores declarados pelos dois candidatos consideram as despesas apresentadas à Justiça Eleitoral até 25 de setembro. No cenário citado como mais provável, Lula e Flávio disputarão o segundo turno. Nesse caso, cada um terá acréscimo de R$ 44 milhões no limite, conforme a previsão de aumento de 50% para a etapa decisiva.

Gastos dos demais candidatos

Ronaldo Caiado (PSD) aparece na terceira posição entre os candidatos que mais gastaram, com R$ 24.541.783,48 declarados até 18 de setembro. O PSD recebeu R$ 421 milhões do fundo eleitoral para as eleições de 2026 e ocupa a quarta posição no total nacional, atrás de PL, PT e União Brasil.

Augusto Cury (Avante), que aparece na terceira colocação na maioria das pesquisas, declarou R$ 440.166,67 em despesas. Renan Santos (Missão) registrou R$ 1.284.828,56, enquanto Romeu Zema (Novo) declarou R$ 4.325.102,80.

O limite de gastos é definido pela Justiça Eleitoral para cada eleição. O TSE estabelece os valores permitidos nas campanhas para a Presidência, o Senado, os governos estaduais, a Câmara e as assembleias legislativas. O teto varia entre os estados conforme o tamanho do eleitorado.

Para as eleições de 2026, o TSE manteve os limites usados em 2022. Naquele ano, a Justiça Eleitoral havia elevado o teto em cerca de 26%, com base na inflação do período.

Candidatos e partidos que ultrapassarem o limite ficam sujeitos a multa de 100% do valor excedente. A conduta também pode ser caracterizada como abuso do poder econômico.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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