Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Campanha de Lula recorre à Meta após restrição de conta no Facebook

Advogados pedem a reativação da conta de anúncios, revisão humana da decisão e liberação de novas publicações para a campanha.

Campanha de Lula recorre à Meta após restrição de conta no Facebook

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta quinta-feira (24) um recurso à Meta contra a restrição da conta de anúncios vinculada à disputa presidencial no Facebook. A plataforma bloqueou, na quarta-feira (23), a conta “Eleições 2026 Luiz Inácio Lula da Silva Presidente”, impedindo a criação e a veiculação de novos anúncios.

No documento, os advogados do PT afirmam que a medida foi tomada de maneira unilateral e sem justificativa objetiva. Conforme o recurso, a Meta informou apenas que algumas atividades da conta não estariam “seguindo as regras”, sem indicar qual conduta teria motivado a restrição.

A campanha solicita que o perfil seja restabelecido em até seis horas após o recebimento do pedido. Também requer a liberação imediata da criação e da veiculação de anúncios. Outra solicitação é que o caso passe por revisão humana, conduzida por analistas das áreas jurídica e de conformidade da plataforma, em vez de permanecer submetido exclusivamente a uma análise automatizada.

Alegação de impacto eleitoral

Os advogados sustentam que a restrição ocorreu a menos de 11 dias do primeiro turno e pode prejudicar a campanha. Para a equipe jurídica, a impossibilidade de anunciar afeta a paridade entre os candidatos na disputa presidencial.

“A restrição da conta em análise representa grave risco à paridade de armas do candidato no pleito eleitoral”, afirmam os advogados no recurso.

O PT argumenta que a suspensão não atingiria somente Lula, por se tratar de uma conta ligada a um candidato à Presidência. Na avaliação apresentada à Meta, a medida poderia produzir prejuízo ao candidato e vantagem aos adversários.

O partido também afirma que a plataforma não apresentou exemplos nem detalhes sobre a suposta violação. As regras eleitorais do TSE permitem o impulsionamento de propaganda na internet quando o serviço é contratado por partidos, federações, coligações, candidatas ou candidatos, além de estabelecer obrigações para as plataformas que oferecem esse recurso.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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