Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Caiado promete reformar STF e questiona associação de Flávio Bolsonaro

Candidato do PSD defendeu a abertura de sigilos, criticou o uso obrigatório de câmeras por policiais e propôs mudanças na escolha de ministros.

Caiado critica vínculo de Flávio Bolsonaro e propõe mudanças no STF
Foto: Reprodução/UOL

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que tem autonomia política e criticou a associação de Flávio Bolsonaro a uma candidatura. Ao defender a própria trajetória, disse que sua apresentação ao eleitorado não depende de outros nomes e que sua carreira foi construída por ele.

"Eu tenho autonomia, eu não sou um personagem criado para disputar uma eleição", declarou Caiado. Ele também afirmou ter orgulho do próprio nome e sobrenome.

Caiado comentou ainda o desempenho de Augusto Cury (Avante), que passou a ocupar o terceiro lugar nas pesquisas eleitorais divulgadas nesta semana, à frente do candidato do PSD. Para Caiado, Cury tem o direito de disputar a eleição. A definição de quem enfrentará Lula no segundo turno, segundo ele, caberá à sociedade até 4 de outubro.

Propostas para o Supremo

Questionado sobre a crise entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Caiado defendeu a divulgação das investigações da Polícia Federal. A crise começou depois que André Mendonça retirou o sigilo de documentos que reuniam mensagens entre Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, e Alexandre de Moraes.

O candidato disse que solicita há mais de três semanas a abertura de todos os sigilos relacionados à vida dos políticos que disputam a eleição. Na avaliação dele, a sociedade deve ter acesso ao material levantado.

Se for eleito, Caiado pretende propor alterações no STF. Entre as ideias apresentadas estão a escolha de ministros com mais de 60 anos, a avaliação do currículo dos indicados por autoridades ligadas à Justiça e a criação de uma quarentena para futuros ministros assumirem cargos políticos antes e depois de ocupar uma vaga na corte.

Caiado também se posicionou contra a obrigatoriedade de câmeras corporais para policiais, sem detalhar os motivos. Ele negou que a posição represente tolerância a abusos e defendeu que cada governador decida sobre a adoção dos equipamentos. "Cada governador tem a sua opção", afirmou. Para ele, a polícia deve garantir a segurança pública e cumprir a lei e a ordem.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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