Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Política

Augusto Cury critica reajuste do Bolsa Família e promete manter benefício após emprego

Candidato do Avante disse que o aumento deveria ser de 30% ou mais e apresentou proposta para preservar o pagamento a trabalhadores formalizados.

Em SP, Augusto Cury diz que reajuste do Bolsa Família deveria ser de ’30% ou mais’

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou que o reajuste de 15% do Bolsa Família, anunciado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deveria ter sido maior e concedido no início do ano. Durante agenda no Ceagesp, na zona oeste de São Paulo, ele também prometeu manter o benefício para quem conseguir emprego com carteira assinada ou se formalizar como microempreendedor individual.

O decreto foi assinado por Lula na quinta-feira (17). O reajuste corresponde à inflação medida pelo INPC entre março de 2023 e agosto de 2026. Com a mudança, o valor mínimo pago às famílias passará de R$ 600 para R$ 691 a partir de 1º de outubro.

Crítica ao anúncio

Cury associou a data do anúncio ao uso eleitoral do programa. “Nós não podemos usar as dores das pessoas para ganhar voto”, declarou. O candidato disse considerar o Bolsa Família importante e afirmou que não pretende acabar com a política.

Segundo Cury, sua proposta apresentada ao TSE prevê que pessoas que assinarem a carteira de trabalho não percam o benefício. Quem abrir uma MEI continuaria recebendo o pagamento durante um período de adaptação. “Você será premiado se abrir uma MEI e se também assinar sua carteira”, afirmou.

As regras atuais já permitem que famílias que passam a ter renda formal, por meio de emprego com carteira assinada ou como MEI, continuem recebendo metade do benefício por um período determinado. A condição é que a renda por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo. Cury não detalhou qual seria a diferença entre sua proposta e o mecanismo existente.

Proposta para o BNDES

O candidato voltou a defender a divisão do BNDES na primeira semana de governo. Pela proposta, metade dos recursos seria destinada a micro e pequenas empresas, com juros de 4% a 6% ao ano.

De acordo com Cury, a medida permitiria que beneficiários do Bolsa Família, moradores de comunidades e alunos de escolas públicas abrissem os próprios negócios.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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