Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Putin diz que Rússia teve alta real de salários e desemprego de 2,3%

Presidente afirma que salários cresceram 6,5% no primeiro semestre de 2026 e prevê expansão de cerca de 1% da economia russa no ano.

Putin diz que Rússia teve alta real de salários e desemprego de 2,3%

A Rússia registrou desemprego de 2,3% e crescimento real de 6,5% nos salários no primeiro semestre de 2026, afirmou o presidente Vladimir Putin. Durante reunião no Kremlin na quinta-feira (17), ele também disse que a economia deve crescer aproximadamente 1% neste ano, enquanto a inflação desacelera.

Putin declarou que o desempenho econômico permanece alinhado às projeções usadas pelo governo na elaboração do orçamento federal. As vendas do comércio varejista avançaram 5,4% nos sete primeiros meses de 2026.

“A dinâmica econômica na Rússia, em geral, corresponde às nossas expectativas”, afirmou o presidente. A inflação ficou em 6,2% em 14 de setembro, abaixo dos 10,3% registrados no primeiro trimestre de 2025. Para Putin, as medidas adotadas pelo Banco Central da Rússia e pelo governo estão produzindo resultados.

Projeção para a economia

A estimativa de crescimento de cerca de 1% do Produto Interno Bruto em 2026 é o parâmetro utilizado pelo governo na preparação das contas públicas. O resultado representaria desaceleração em relação aos anos anteriores, mas manteria a economia russa em expansão durante as restrições impostas por países ocidentais.

Entre 2023 e 2025, o PIB da Rússia acumulou alta de 10,3%. Nesse período, Moscou ampliou investimentos em inteligência artificial, sistemas autônomos, plataformas digitais e infraestrutura tecnológica nacional.

Na reunião, Putin defendeu que o orçamento federal priorize as obrigações sociais do Estado, a segurança da população e o fortalecimento da capacidade de defesa. Ele também afirmou que os gastos públicos devem continuar vinculados às metas nacionais de desenvolvimento.

A Rússia enfrenta sanções desde 2022, após o início da operação militar na Ucrânia. As medidas atingiram bancos, empresas, comércio exterior, setor energético e o acesso aos mercados financeiros internacionais. Em março de 2022, a União Europeia excluiu sete bancos russos do sistema internacional de pagamentos SWIFT, enquanto os Estados Unidos impuseram restrições a instituições financeiras e empresas do país e ampliaram controles comerciais e tecnológicos.

Moscou respondeu com a reorientação de parte do comércio para países da Ásia e do Sul Global, a substituição de importações e o desenvolvimento de soluções nacionais em setores estratégicos. Em declaração no último dia 11, Putin disse ainda que os países responsáveis pelas sanções enfrentam déficits orçamentários, aumento da dívida pública e retração da produção industrial.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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