Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Putin rejeita hipótese de ataque russo à Europa e critica apoio a Kiev

Presidente russo diz que alertas sobre uma ofensiva elevam a tensão e acusa governos europeus de usar a Ucrânia contra Moscou.

Putin rejeita hipótese de ataque russo à Europa e critica apoio a Kiev

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou na sexta-feira (25) que o país não prepara uma ação militar contra nações europeias. Para ele, os alertas sobre uma possível ofensiva russa ampliam a tensão e servem para justificar a continuidade do apoio europeu à Ucrânia.

A declaração foi feita durante conversa com jornalistas à margem do 12º Fórum das Culturas Unidas, em São Petersburgo. Putin classificou como infundada a hipótese de um ataque à Europa. “Isso é um completo absurdo”, disse.

O presidente russo também acusou setores europeus que chamou de círculos agressivos de transformar a Ucrânia em instrumento para conter o desenvolvimento da Rússia. Ao comentar declarações do ministro da Defesa da Estônia, Hanno Pevkur, sobre um possível conflito, Putin classificou como palhaçada política a discussão sobre as vantagens de um ataque preventivo contra o território russo. Ele acrescentou: “O circo foi embora, mas os palhaços continuam”.

Negociações com a Ucrânia

Putin afirmou que uma eventual retomada das negociações com Kiev será avaliada conforme os interesses russos. De acordo com o presidente, a Ucrânia apresentou propostas de cessar-fogo, incluindo a suspensão de ataques contra a infraestrutura energética e do bloqueio à costa russa no Mar Negro.

Ao mesmo tempo, ele acusou Kiev de continuar realizando ofensivas contra alvos russos. Putin mencionou um ataque ucraniano a Moscou em 20 de setembro e afirmou que prédios residenciais e funcionários eleitorais foram atingidos. Segundo ele, a Rússia respondeu com ataques de forte impacto contra as forças ucranianas.

O presidente russo não informou uma data nem anunciou um acordo para novas negociações. As declarações foram feitas durante a discussão sobre a possibilidade de reabrir o diálogo entre os dois países.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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