Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Piloto brasileiro ligado ao tráfico morre após infecção na Colômbia

Márcio Uebel Hübner foi preso em um hospital de Inírida, cinco dias antes de morrer por fasciíte necrosante.

Piloto brasileiro ligado ao tráfico morre após infecção na Colômbia

O brasileiro Márcio Uebel Hübner, apontado como piloto a serviço do tráfico de drogas na Colômbia, morreu após ser infectado pela bactéria conhecida popularmente como “come-carne”. Ele foi levado por desconhecidos a um hospital de Inírida, no departamento de Guainía, onde acabou preso depois de ser identificado durante o atendimento.

A infecção provocou fasciíte necrosante, doença em que microrganismos liberam toxinas capazes de destruir tecidos vivos e causar necrose. Hübner morreu cinco dias depois de ser detido na unidade de saúde.

Procurado no Brasil

A Justiça brasileira procurava o piloto desde 2022. Em um pouso forçado em Jales, no interior de São Paulo, a aeronave que ele conduzia transportava 656 kg de cocaína. Hübner e outro homem que estava com ele deixaram o local antes da chegada da polícia.

A ordem de prisão foi expedida pela Justiça Federal no Brasil em junho de 2022 e renovada este ano pela Justiça Federal de Jales. Depois de fugir, Hübner se refugiou na selva colombiana e passou a atuar para Ivan “Mordisco”, identificado como Néstor Gregorio Vera Fernández.

Hübner era considerado piloto de confiança de Ivan e operava no chamado “corredor da selva”, na região de fronteira entre Brasil, Venezuela e Colômbia. A área tem pistas de pouso clandestinas e laboratórios de processamento de cocaína em meio à floresta.

Líder guerrilheiro

Néstor Gregorio Vera Fernández é apresentado como líder das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Ele entrou no grupo como franco-atirador e especialista em explosivos e depois chegou ao comando do estado-maior da guerrilha.

O governo colombiano oferece aproximadamente US$ 1,5 milhão (R$ 7,6 milhões) por informações que levem à captura de Ivan “Mordisco”, vivo ou morto. Ele é associado ao uso de drones com explosivos em assassinatos de policiais e massacres de civis.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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