Londrina, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Irã condiciona segurança em Ormuz ao fim das sanções dos EUA

Esmail Baghaei afirmou que Teerã apresentou sua posição sobre a trégua e ainda enviará detalhes a Washington por mediadores do Catar.

Irã condiciona segurança em Ormuz ao fim das sanções dos EUA
Foto: Vahid Salemi/AP

O Irã afirmou que qualquer entendimento com os Estados Unidos depende do cumprimento das obrigações americanas, do respeito aos direitos do povo iraniano e do levantamento das sanções impostas por Washington. A posição foi apresentada pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, durante entrevista à imprensa neste domingo, 4.

Baghaei disse que Teerã esclareceu, por meio de mediadores do Catar, sua resposta ao plano americano de cessar-fogo de sete dias. Segundo ele, o governo iraniano ainda compartilhará “detalhes adicionais” com os Estados Unidos.

A segurança do Estreito de Ormuz também foi citada como condição para qualquer avanço. O porta-voz afirmou que a estabilidade da rota marítima exige ações práticas dos EUA, entre elas a interrupção completa das restrições à navegação comercial iraniana, a retirada das sanções unilaterais e recentes e o fim das intervenções militares.

“A restauração da segurança no Estreito de Ormuz só pode ser alcançada” com essas medidas, declarou Baghaei. Ele também pediu que os países da região evitem permitir o uso de seus territórios em ações contra o Irã.

Nota do Ministério das Relações Exteriores

Em comunicado divulgado pelo Telegram, o Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que a prioridade é definir como será garantida a segurança do Estreito de Ormuz, do Golfo Pérsico e do Mar de Omã. A pasta responsabilizou os Estados Unidos e o regime sionista pela insegurança na rota marítima e afirmou que Teerã não abandonou a diplomacia.

O comunicado também questionou a disposição americana para negociações. De acordo com a nota, experiências anteriores e as iniciativas adotadas por Washington indicam que os EUA não tratam os instrumentos diplomáticos com seriedade.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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