Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Condenado à morte na Geórgia pede nova sentença e define última refeição

Stacey Humphreys será executado na próxima quarta-feira, enquanto seu advogado questiona a atuação de uma jurada no julgamento.

Condenado à morte na Geórgia pede nova sentença e define última refeição

Stacey Humphreys, condenado à morte pelo homicídio de Cyndi Williams e Lori Brown, entregou às autoridades penitenciárias uma extensa lista para sua última refeição. A execução está prevista para a noite da próxima quarta-feira (16), por injeção letal, às 19h, em uma penitenciária estadual perto de Jackson.

Humphreys foi condenado pelas mortes das duas mulheres, baleadas no escritório imobiliário onde trabalhavam em 2003. A defesa apresentou uma petição para tentar obter um novo julgamento da sentença, com alegações de má conduta de uma jurada durante a formação e as deliberações do júri.

Pedido da defesa

Em uma petição apresentada em 28 de agosto, o advogado afirma que a jurada omitiu, durante a seleção, sua experiência como vítima de agressão sexual praticada por um assassino que havia fugido da prisão. A defesa sustenta que, antes do fim da apresentação das provas, ela já não consideraria outra possibilidade além da pena de morte.

Durante a discussão da sentença, o júri não teria alcançado consenso. Segundo o advogado, os outros 11 jurados votaram contra a execução em determinado momento. A jurada teria usado sua experiência pessoal para pressioná-los a trocar a opção pela prisão perpétua pela pena de morte.

A defesa também acusa a jurada de informar incorretamente que Humphreys seria libertado caso não houvesse uma decisão unânime. A petição afirma que a lei da Geórgia prevê a dissolução do júri e a imposição de prisão perpétua quando os jurados não chegam a um acordo unânime sobre a pena.

O documento ainda relata que, ao longo de três dias, a jurada teria intimidado e insultado outros integrantes do grupo e se afastado para fazer yoga, recusando-se a deliberar. Os demais jurados teriam abandonado os votos pela prisão perpétua depois de serem informados de que não havia outra alternativa.

A defesa afirma que, sem o suposto engano, Humphreys estaria cumprindo prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. O pedido solicita um novo julgamento da sentença e outras medidas consideradas cabíveis pela Justiça.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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