Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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China amplia comércio exterior e reservas cambiais avançam entre julho e agosto

Comércio exterior chinês cresceu 17,6% nos primeiros oito meses do ano, enquanto reservas cambiais subiram 0,57%.

China amplia comércio exterior e reservas cambiais avançam entre julho e agosto
Foto: Arquivo

O comércio exterior da China cresceu 17,6% nos primeiros oito meses deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior. No mesmo período, as reservas cambiais do país avançaram 0,57% entre julho e agosto, o equivalente a US$ 19,5 bilhões.

O aumento das reservas ocorreu em um cenário de queda de 0,5% do dólar norte-americano. O economista-chefe do China Minsheng Bank afirmou que a desvalorização da moeda contribuiu para a valorização das reservas chinesas.

Para Claudio Frischtak, ex-economista do Banco Mundial, não há sinais de enfraquecimento da economia chinesa. “Não há, no horizonte, nenhum sinal de fragilização da economia chinesa”, disse.

Reservas e cenário internacional

Frischtak avaliou que o volume de reservas internacionais funciona como proteção diante de turbulências externas capazes de afetar o comércio global. Na avaliação dele, esses recursos ajudam a reduzir os efeitos de crises internacionais sobre as exportações chinesas.

“Trata-se, fundamentalmente, de um elevado grau de segurança diante de choques que eventualmente possam ocorrer na economia mundial”, afirmou o economista.

O cenário chinês foi comparado por Frischtak à situação dos Estados Unidos. Segundo ele, a economia norte-americana apresenta sinais de fragilidade relacionados ao endividamento público e à área fiscal.

O Comitê para um Orçamento Federal informou que a dívida pública dos Estados Unidos ultrapassa US$ 37 trilhões e continua crescendo, independentemente da alternância entre governos democratas e republicanos.

A inflação norte-americana permanece acima da meta de longo prazo do Federal Reserve. A taxa básica de juros é usada pela autoridade monetária para controlar a inflação e equilibrar o ritmo da atividade econômica.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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