O Real Madrid criticou a arbitragem depois da derrota por 2 a 1 para o Atlético de Madrid, no Riyadh Air Metropolitano, neste domingo, dia 20. O clube apontou como decisivas as não expulsões de Cuti Romero e Kang-In Lee durante o dérbi.
Em relato divulgado no site oficial, o Real afirmou que Miguel Ángel Ortiz Arias não expulsou Romero após um pisão no joelho de Bellingham, embora tenha revisado o lance no monitor. O clube também contestou a ausência de cartão vermelho para Kang-In Lee, acusado de pisar no tornozelo esquerdo de Valverde.
Reclamações de Mourinho
José Mourinho também criticou o árbitro e o VAR durante a coletiva de imprensa. O técnico apresentou fotos dos lances considerados passíveis de expulsão e questionou o impacto das decisões na partida.
“São dois cartões vermelhos claros”, afirmou o treinador, ao comentar os lances envolvendo os jogadores do Atlético de Madrid. Mourinho disse que o Real precisou enfrentar dificuldades depois da expulsão de um atleta e afirmou que seus jogadores tiveram atuação de personalidade no primeiro tempo.
O técnico também mencionou o comitê de designação arbitral e afirmou que já conhecia o nome do árbitro uma semana antes do jogo. “Foi tudo muito estranho”, disse Mourinho. Segundo ele, Ortiz Arias não conseguiu lidar com a pressão da partida.
Expulsão de Huijsen e gols
O Real Madrid ainda teve o zagueiro Dean Huijsen expulso no início da segunda etapa. Ele derrubou Giuliano Simeone dentro da área. Inicialmente, Ortiz Arias marcou pênalti e mostrou cartão amarelo, mas mudou a decisão depois de ser chamado pelo VAR.
Com a alteração, o Real ficou com dez jogadores. Grimaldo cobrou o pênalti e abriu o placar para o Atlético de Madrid. Jonathan David ampliou pouco depois, enquanto Rüdiger marcou para o Real no fim do jogo.







