O Platense enfrenta o Fluminense na noite de hoje, no Maracanã, pela partida de ida das quartas de final da Libertadores. A equipe argentina chega ao confronto sem vencer os dois últimos compromissos pelo Campeonato Argentino, mas sustenta uma campanha continental que exige atenção.
O resultado mais recente foi o empate por 1 a 1 com o Deportivo Riestra. Na rodada anterior, o time perdeu por 1 a 0 para o Defensa y Justicia. Comandado por Martín Palermo, o Platense tenta transformar a competitividade demonstrada nos últimos meses em vitórias no tempo normal.
Desde que o treinador assumiu a equipe, após um começo ruim no Clausura, foram oito partidas: duas vitórias, cinco empates e uma derrota. Nesse período, o Platense avançou na Libertadores e na Copa Argentina em decisões por pênaltis.
A dificuldade para vencer aparece também em um recorte mais amplo. O clube ganhou apenas duas das últimas 11 partidas no tempo normal, sequência que ajuda a explicar a instabilidade antes do duelo com o Fluminense.
Campanha continental
Em sua primeira participação na Libertadores, o Platense terminou a fase de grupos na segunda colocação. A equipe venceu o Peñarol por 2 a 1, no Uruguai, e superou o Corinthians por 2 a 0, em São Paulo, em dois resultados conquistados fora de casa.
Nas oitavas de final, o time argentino empatou os dois jogos contra o Coquimbo Unido e avançou nos pênaltis. O goleiro Juan Pablo Cozzani teve papel decisivo: converteu uma cobrança e defendeu a última tentativa do adversário.
O cenário combina resultados recentes sem vitória e desempenho competitivo em confrontos eliminatórios. O Platense chega ao Rio para enfrentar o Fluminense após mostrar, na competição continental, capacidade de avançar mesmo sem atravessar uma grande fase.








