Taylor Simone Ledward Boseman, viúva de Chadwick Boseman, afirma que familiares do ator criaram obstáculos para o desenvolvimento de um documentário sobre a vida e o legado dele. A declaração consta em documentos judiciais relacionados ao projeto, que está sendo desenvolvido pela produtora Words + Pictures.
A produção negocia uma proposta da Searchlight Pictures para realizar o filme. De acordo com Taylor, o acordo prevê o princípio de “Most Favored Nation” (“Nação Mais Favorecida”, em tradução livre), que estabelece tratamento igual entre as partes envolvidas.
A viúva afirma que os familiares receberam a mesma documentação sobre o projeto. Depois disso, porém, alguns deles teriam procurado a produtora para tentar firmar contratos individuais. Para Taylor, a iniciativa contraria os esforços dela para incluir a família nas decisões relacionadas ao legado do ator.
Disputa pelo espólio
Nos documentos, Taylor também declara que detém “100% do direito de controlar e se beneficiar” do uso do nome, da imagem, da voz, da assinatura e de outros elementos ligados à identidade de Chadwick. Ela afirma que tem consultado os parentes sobre iniciativas relacionadas à memória do ator, mas sustenta que não recebeu o mesmo cuidado da família.
A discussão sobre o documentário ocorre enquanto Derrick e Kevin Boseman tentam retirar Taylor da função de administradora do espólio do ator. Os irmãos afirmam que ela não teria sido transparente sobre as finanças dos bens deixados por Chadwick.
Taylor nega as acusações e diz que colaborou com os familiares além do que seria obrigada a fazer. Ela também afirma ter repassado valores superiores aos exigidos. Desde 2022, segundo a viúva, mais de US$ 1,7 milhão (aproximadamente R$ 8.819.770,00) foram destinados a Carolyn e Leroy Boseman.
Chadwick Boseman morreu em agosto de 2020, aos 43 anos, após enfrentar um câncer de cólon.








