CAROLINA DO SUL — A morte de Hayden Panettiere continua sob investigação, e a causa do óbito ainda não foi oficialmente confirmada. O representante da atriz afirmou nesta quarta-feira (16) que os investigadores aguardam resultados toxicológicos antes de determinar o que aconteceu.
Hayden morreu em 16 de agosto, na Carolina do Sul. Ela foi encontrada desacordada pelo namorado, Brian Hickerson, e pelo irmão dele, Zach. A autópsia não identificou sinais de trauma que pudessem ter contribuído para a morte.
Exames e versões sobre a investigação
O caso passou a ser relacionado à possibilidade de a atriz ter tomado, sem saber, um comprimido de oxicodona com fentanil. Também foram divulgadas informações sobre mensagens que Hayden teria trocado com um suposto traficante para adquirir drogas.
O representante, porém, declarou que os resultados dos exames ainda não foram concluídos e que parte das informações divulgadas não foi verificada pelas autoridades. “Relatos recentes atribuídos a fontes anônimas são informações não verificadas e contribuíram para a circulação contínua de informações conflitantes”, afirmou.
O Gabinete do Médico-Legista do Condado de Greenville também informou que não havia divulgado uma conclusão sobre a causa da morte. O órgão fez o esclarecimento na segunda-feira (14), após a circulação de informações que apontavam para uma possível causa do óbito.
A DEA teria cumprido um mandado de busca na casa da atriz em Los Angeles em 25 de agosto, nove dias após a morte. Os agentes procuravam substâncias controladas, medicamentos, drogas recreativas e objetos relacionados ao consumo de drogas. A operação também buscaria verificar se algum comprimido estava misturado com fentanil e identificar possíveis fornecedores.
A agência ainda analisaria mensagens trocadas entre Hayden e o suposto fornecedor durante anos. As conversas teriam continuado até a semana anterior à morte e tratariam da compra de comprimidos no mercado ilegal.
Moradores do condomínio onde a atriz vivia em West Hollywood relataram que duas mulheres e um homem frequentaram o apartamento entre 2021 e a semana anterior ao óbito. Os vizinhos disseram considerar os três suspeitos e acreditavam que poderiam estar envolvidos com o tráfico de drogas.
O representante pediu paciência até a conclusão do trabalho das autoridades. A investigação deverá esclarecer a causa da morte e as circunstâncias relacionadas ao uso de substâncias.








