Londrina, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Mila Seidl pede que público não registre despedida de Lito Sousa

Esposa do influenciador disse que decisão protege o filho do casal, de sete anos, da exposição de imagens na internet.

Mila Seidl pede que público não registre despedida de Lito Sousa

Mila Seidl pediu que fãs e amigos não fotografem nem compartilhem imagens do corpo de Lito Sousa durante o velório. A empresária afirmou que a medida busca preservar Malone, filho do casal, de sete anos, que decidiu não comparecer à despedida e recebeu apoio da família.

Em stories publicados nesta sexta-feira (2), Mila agradeceu as mensagens e o apoio recebidos ao longo da trajetória do influenciador. Ela explicou que a cerimônia foi aberta ao público por causa da relação construída por Lito com os seguidores. O espaço no PAMA, em Santana, na Zona Norte de São Paulo, foi dividido entre áreas destinadas aos amigos e à família.

A esposa do influenciador disse que a família evitou a divulgação de registros feitos durante o período em que ele estava doente. “Quem for, sem fotos”, afirmou. Mila também declarou que imagens publicadas na internet podem permanecer disponíveis e que queria proteger a lembrança que o filho tem do pai.

A morte de Lito, aos 59 anos, foi confirmada nas redes sociais nesta quinta-feira (1º). Ele enfrentava a doença de Creutzfeldt-Jakob, condição rara e degenerativa. Em uma homenagem, Mila recordou a trajetória do marido e a relação dele com os seguidores, formada por mais de 15 anos de conteúdo sobre viagens e aviação.

Lito recebeu uma medicação experimental em caráter excepcional, por uso compassivo. O medicamento ainda estava em fase pré-clínica e não tinha eficácia comprovada. A substância chegou ao Brasil no dia 14 de setembro, depois que familiares e amigos buscaram uma alternativa para tentar conter a progressão da doença. O influenciador foi a primeira pessoa no mundo a receber o remédio.

A Anvisa autorizou a importação e o uso individual da medicação no dia 4 setembro. A decisão considerou a evolução rápida e irreversível da doença e a inexistência de patrocinador ou representante do medicamento no Brasil. O tratamento foi realizado no Einstein Hospital Israelita, em São Paulo, após Lito ser aceito em um programa de uma empresa no exterior.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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