Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Johanna Calle explora a permanência da medição em nova exposição em São Paulo

A mostra Longitudes reúne desenhos e intervenções sobre mapas, escrituras e documentos ligados à demarcação do mundo.

Johanna Calle explora a permanência da medição em nova exposição em São Paulo

Documentos que resistiram a mudanças no mundo são o ponto de partida de Longitudes, mostra individual da artista colombiana Johanna Calle. A exposição será aberta a partir de 12 de setembro, no Anexo da Galeria Marilia Razuk.

Calle trabalha sobre mapas antigos, escrituras de propriedade e papéis que atravessaram décadas. Entre os materiais usados estão escrituras dos séculos 18 e 19 e papéis milimetrados da década de 1970.

Três conjuntos de trabalhos

A exposição é organizada em três conjuntos: Enclaves, Grafias e Bratislava. Em uma das séries, a artista desenha árvores sobre mapas antigos. Em outras, interfere em escrituras de propriedade e recupera documentos que permaneceram enquanto o mundo mudava.

O eixo da mostra está nas formas criadas para medir e demarcar o mundo, estabelecer territórios, definir fronteiras e registrar propriedades. “O conceito aborda a necessidade urgente de saber onde estamos situados ou localizados”, diz Johanna.

A artista também resume a permanência desse gesto diante das transformações históricas: “Nomes, fronteiras e a ideologia das pessoas mudaram, mas o ato de medir, não.”

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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