Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Jay Kay conduz Jamiroquai em show marcado por figurinos e improvisos no Rock in Rio

Com repertório que atravessa décadas, banda combinou precisão musical, excentricidade e nostalgia futurista no Palco Sunset.

Jay Kay conduz Jamiroquai em show marcado por figurinos e improvisos no Rock in Rio
Foto: Reprodução/Globoplay

A troca de chapéus e acessórios de Jay Kay virou um dos principais elementos do show do Jamiroquai no Rock in Rio. No Palco Sunset, o vocalista apareceu com um chapéu roxo, usou fones de ouvido que piscavam e, mais tarde, vestiu um cocar de luz led. A cada pausa para mudar o visual, o público gritava seu nome.

A apresentação ocorreu antes do show dos headliners Stray Kids, em um dia dominado pelo k-pop. A banda de acid jazz não reuniu o maior público do dia, mas encontrou uma plateia diversa, com jovens entre as pessoas que se aglomeraram e acompanharam as músicas — além dos pais que, na brincadeira sobre a escalação, levariam os filhos ao festival.

Precisão e liberdade no palco

Jay Kay iniciou o repertório com (Don’t) Give Hate a Chance e mostrou controle vocal e domínio de palco. Já nas duas primeiras músicas, apresentou passos de dança. Antes de Space Cowboy, um dos clássicos do grupo, deixou o palco por alguns instantes para trocar o chapéu roxo pelos fones luminosos.

A excentricidade também apareceu quando o cantor se deitou no chão para autografar algo para um fã enquanto interpretava Love Foolosophy. A referência para o cocar de luz led estava no próprio nome da banda, inspirado pelo povo indígena Iroquoi.

Os integrantes tocaram com precisão, sem acordes fora do lugar ou notas erradas nas backing vocals. Ao mesmo tempo, as músicas tiveram espaço para improvisos e para um andamento sem pressa, distante de estruturas feitas para viralizar no TikTok.

Entre décadas

Formado em uma trajetória associada aos anos 1990 e 2000, o Jamiroquai apresentou uma sonoridade que poderia remeter tanto aos anos 1970 quanto a um tempo futuro. Essa combinação de referências deu ao show uma atmosfera de nostalgia futurista.

A apresentação terminou com Virtual Insanity, uma das músicas da banda cuja letra mais se aproximou de uma previsão do futuro. Jay Kay, para quem o tempo parece não ter passado, conduziu um espetáculo que uniu memória, improviso e presença cênica.

O Rock in Rio segue com shows de Demi Lovato e Maroon 5 no sábado.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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