Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Discussão sobre documentos do Banco Master provoca atrito entre jornalistas ao vivo

Octavio Guedes afirmou que ministros do STF querem acesso integral aos documentos antes do julgamento do caso envolvendo Daniel Vorcaro.

Discussão sobre documentos do Banco Master provoca atrito entre jornalistas ao vivo

Octavio Guedes afirmou que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) consideram necessário acessar todos os documentos da investigação do Banco Master antes do julgamento, marcado para a próxima terça-feira (15). A declaração provocou um embate com Malu Gaspar durante o programa “Estúdio i”, nesta sexta-feira (11).

Guedes disse ter conversado com integrantes da Corte que defenderam o conhecimento completo do material antes da análise do caso envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Ele também mencionou que Alexandre de Moraes questiona a liberação incompleta dos documentos.

Andréia Sadi avaliou que os arquivos relacionados a Moraes já deveriam bastar para a sessão. Guedes discordou e afirmou que, para os ministros ouvidos por ele, a ausência de informações poderia criar uma possibilidade de anulação do processo.

Divergência sobre os documentos

Malu Gaspar perguntou quais documentos ainda precisariam ser divulgados, na avaliação de Guedes. O jornalista respondeu que a defesa pelo acesso integral não era uma posição pessoal, mas uma informação atribuída aos ministros com quem havia conversado.

“Eu não sou ministro e não estarei lá na terça-feira”, afirmou Guedes, ao explicar que não participará do julgamento. Ele acrescentou que os ministros receberam um link durante a manhã, mas o conteúdo não reunia todos os arquivos ligados à investigação.

Ao encerrar a discussão, Guedes declarou: “Eu estou aqui de repórter, ouvindo e trazendo informação. Não estou advogando para ninguém”.

Moraes aparece entre os principais nomes das investigações sobre Vorcaro. Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, teria assinado um contrato de R$ 131 milhões com o Banco Master depois de dois encontros entre Moraes e o ex-banqueiro.

A Polícia Federal informou que o acordo previa 36 pagamentos de R$ 3 milhões ao escritório da advogada, responsável pela prestação de serviços jurídicos ao banco.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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