Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Copasa elege novo conselho após privatização em Minas Gerais

Equatorial Energia e Perfin lideraram a indicação dos nomes para o conselho e a diretoria da companhia.

Copasa elege novo conselho após privatização em Minas Gerais

A Copasa elegeu um novo conselho de administração e aprovou mudanças na diretoria após a privatização da empresa pelo Governo de Minas Gerais, concluída em junho. A Equatorial Energia passou a ser a investidora de referência, com 30% das ações, enquanto a Perfin ampliou sua participação para 20% durante o processo.

O Governo mineiro, que agora detém 5% da companhia e uma golden share com direito a uma cadeira no conselho, manteve Gustavo Barbosa no colegiado. Ex-secretário da Fazenda, ele ocupava a presidência do conselho. A indicação do novo chairman, Tinn Amado, foi feita pela Equatorial. Ele também representa o grupo nos conselhos da Sabesp e da Echoenergia.

A Equatorial indicou ainda seu CFO, Leonardo Tavares de Lima, para a vice-presidência do conselho, além de Felipe Dutra, analista da Squadra Investimentos. A gestora Perfin apoiou a permanência de José Formoso, conselheiro independente e ex-executivo da Claro que assumiu a operação do grupo mexicano de aeroportos ASUR no país.

Também foram indicados pela Perfin seu sócio-fundador e CIO, Ralph Rosenberg, e seu head de research, Gustavo Miranda. Pela Equatorial, foram apontados outros dois conselheiros independentes: Denis Jungerman, ex-banqueiro de investimentos do Credit Suisse e atual CIO da Jubarte Capital, e Bruno Silva, ex-sócio e analista da Squadra nos setores de metais e mineração, saúde e telecom.

Nova diretoria

Para a diretoria executiva, o conselho aprovou Augusto Dantas como CEO. Executivo da Equatorial há mais de 18 anos, ele comandava as operações de energia e saneamento da empresa no Amapá, incluindo CEA e CSA.

Adriano Rudek de Moura foi mantido como CFO. Antes, ele passou pela Copel durante o período de privatização da elétrica do Paraná. Marília Melo, ex-diretora-presidente da Copasa, assumirá a diretoria de relações institucionais e sustentabilidade. Cleyson Jacomini continuará como diretor comercial, enquanto Herbert Arnaud Dantas ficará responsável pela diretoria de operações.

A Copasa também informou a rescisão do acordo de acionistas firmado com o Governo de Minas antes da privatização. O pacto permitia ao Estado barrar decisões sobre o programa de investimentos e alterações na política de dividendos.

O acordo previa uma multa à empresa em caso de rompimento, calculada com base na eventual diferença entre os preços das ofertas de ações ao investidor de referência e ao mercado. Como os valores por ação foram iguais, a multa ficou no mínimo previsto: R$ 50 milhões.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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