Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Verônica Costa é presa no Rio após condenação por tortura contra ex-marido

Ex-vereadora foi detida em Petrópolis; três familiares também foram presos, enquanto o padrasto dela é considerado foragido.

Verônica Costa é presa no Rio após condenação por tortura contra ex-marido
Foto: Divulgação/Câmara Municipal do Rio

A empresária e ex-vereadora Verônica Costa, conhecida como “Mãe Loira do Funk”, foi presa na noite de quinta-feira, 24, em Petrópolis, na Serra Fluminense. A ordem foi determinada pela juíza Daniele Lima Pires Barbosa, da Décima Sexta Vara Criminal da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, após o trânsito em julgado da ação penal por tortura contra o ex-marido, Márcio Costa.

Também foram detidos Bruno Chaves Ribeiro, irmão de Verônica; Tatiane Chaves Ribeiro, irmã da empresária; e Bruno Marcelo Bahia Marques, marido de Tatiane e cunhado de Verônica. Sebastião de Oliveira Evangelista, padrasto da ex-vereadora, está foragido. As defesas dos presos não foram localizadas.

Ao chegar à delegacia, Verônica negou ser criminosa e afirmou que foi “vítima de um erro do Judiciário”. A empresária também disse que teve uma arma apontada para a cabeça e que não merecia passar pela situação.

A Polícia Civil do Rio tentou cumprir o mandado na casa de Verônica, na Barra da Tijuca, zona sudoeste, na quarta-feira, 23. Ela, porém, não foi encontrada no imóvel.

Márcio Costa afirmou, em uma publicação nas redes sociais, estar aliviado com a prisão. “Não é comemoração. É alívio. Esperei tempo demais por esse momento”, escreveu.

Condenação

Em 2023, a Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio ampliou a pena de Verônica de cinco anos e dez meses de reclusão para dez anos e oito meses. O colegiado analisou um recurso do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, determinou o início do cumprimento em regime fechado e confirmou a perda do mandato.

O procedimento investigatório começou em fevereiro de 2011, e a primeira condenação ocorreu em 2019. Conforme a denúncia do Ministério Público e as investigações da Polícia Civil, Márcio foi amarrado, agredido e atingido por uma substância líquida que provocou lesões corporais.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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