Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Renan Santos defende retirada de Moraes e Toffoli do STF

Candidato do Missão também propõe nova Constituição, reforma política e quarentena de 12 anos para integrantes de Assembleia Constituinte.

Renan Santos diz que próximo presidente da República 'deverá ir para o enfrentamento contra STF'
Foto: Reprodução

Renan Santos, candidato do Missão à Presidência da República, afirmou nesta terça-feira (8) que o próximo presidente deverá confrontar o Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração ocorreu durante entrevista à TV Jovem Pan, em meio aos desdobramentos do caso Master e à divulgação de relatórios da Polícia Federal sobre mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e autoridades dos Três Poderes, incluindo Alexandre de Moraes.

O candidato disse que mudou de posição sobre a relação com o STF. Antes, segundo ele, a intenção era evitar um embate direto caso fosse eleito. Agora, defende a retirada de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli da Corte se a composição atual for mantida.

“o próximo presidente deverá ir para o enfrentamento contra o STF”, declarou Renan. Ele também afirmou que não reconhecerá decisões de Moraes ou Toffoli, a quem chamou de ministros ilegítimos. O candidato acusou os dois de terem atuado em favor de um banco corrupto.

Críticas a Toffoli e propostas institucionais

Renan criticou ainda a decisão de Dias Toffoli que suspendeu o direito de o candidato fazer campanha eleitoral pelas redes sociais. A medida foi relacionada a uma inconsistência na declaração apresentada sobre suas redes. Em outra entrevista, concedida à Mathias TV, ele disse ter ficado atônito e afirmou que Toffoli recuou após a reação pública.

Entre as propostas apresentadas, o candidato defendeu a elaboração de uma nova Constituição. Na avaliação dele, a Carta Magna atual impede o crescimento econômico e avanços na soberania brasileira. Renan também criticou a vinculação de despesas prevista no texto constitucional e afirmou que a situação do país piora apesar das garantias registradas na Constituição.

O candidato propôs uma reforma política com a escolha de uma nova Assembleia Constituinte. A ideia prevê que os brasileiros eleitos para participar do processo fiquem impedidos de exercer atividade política por 12 anos após o trabalho constituinte.

Ataques a adversários

Durante as entrevistas, Renan Santos também criticou Augusto Cury, do Avante, e classificou o escritor como um “não-assunto”. O candidato afirmou que Cury não resistiria ao contraditório e não teria posição sobre os temas da disputa eleitoral.

Renan mencionou ainda Flávio Bolsonaro ao comentar o caso Master e Daniel Vorcaro. Também disse que Lula será envolvido na crise e citou Dino, Gilmar, Toffoli e Alexandre de Moraes ao falar sobre a relação entre o presidente e integrantes do STF.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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