Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Lula promete ampliar penas por agressões contra mulheres

Em ato de campanha em Santa Catarina, presidente também defendeu investimentos em educação, tecnologia e saúde.

Lula promete ampliar penas por agressões contra mulheres

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante um ato de campanha neste sábado (19), que pretende ampliar as penas para crimes relacionados à agressão contra mulheres. Ele também convocou os homens a participar do combate ao feminicídio e pediu apoio a candidatas mulheres alinhadas a seu grupo político.

Ao falar para a plateia masculina, Lula disse que a responsabilidade pelo enfrentamento da violência contra as mulheres também é dos homens. “Aquele homem que agride uma mulher deve lembrar que não nasceu da terra, nasceu na barriga de mulher”, declarou.

O presidente pediu ainda que sindicalistas incluam o feminicídio nos discursos durante campanhas salariais e defendam as mulheres. “As leis vão ser cada vez mais duras, vamos aumentar a pena”, afirmou.

Lula também defendeu que mulheres votem em candidatas que o apoiam. Na avaliação dele, o voto em candidatas do grupo adversário poderia colocar “uma raposa para cuidar do galinheiro”.

Educação e tecnologia

Durante o ato, o candidato à reeleição voltou a defender investimentos em educação e tecnologia em um eventual próximo governo. Segundo Lula, boa parte dos recursos obtidos com a exploração de petróleo na Margem Equatorial deve ser direcionada a essas áreas.

Ele afirmou que o dinheiro poderá financiar a formação de profissionais e o desenvolvimento de inteligência artificial em língua portuguesa. Também comparou propostas políticas, associando a distribuição de livros à criação de empregos e a distribuição de balas à destruição de postos de trabalho.

Lula disse que, das seis universidades federais de Santa Catarina, cinco foram construídas durante seus mandatos. Também mencionou o Pé-de-Meia como iniciativa de apoio aos estudantes e afirmou que a elite brasileira historicamente não quis que a população estudasse.

O presidente comparou os custos de formação em engenharia espacial com as despesas para manter uma pessoa presa. Segundo ele, uma universidade de engenharia espacial gasta R$ 20 mil por ano por aluno, enquanto um preso custa R$ 35 mil por ano. Lula defendeu a construção de escolas em vez de cadeias, rejeitou discutir a redução da maioridade penal e afirmou que o tempo de permanência dos jovens na escola deve aumentar. Ele também citou investimentos em saúde como parte do cuidado com o futuro do país.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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