RIO DE JANEIRO — O técnico Fernando Diniz compareceu na manhã deste domingo ao velório de Paulo Sérgio Scudiere Angioni, ex-diretor de futebol do Fluminense, antes do confronto entre Corinthians e Flamengo pelo Campeonato Brasileiro. Angioni morreu no sábado, aos 80 anos. A cerimônia ocorreu na sede do Fluminense, em Laranjeiras.
Diniz trabalhou com Angioni no Fluminense entre 2022 e 2024. Durante o velório, o treinador do Corinthians abraçou Gérman Cano, atacante do clube carioca. Os dois choraram durante o encontro. Diniz também fez um discurso de cerca de dois minutos, no qual afirmou que Angioni morreu trabalhando e o chamou de pai.
Ao sair da cerimônia, o técnico falou sobre a relação com o ex-dirigente. "O Paulo é um cara único. Um cara que se colocava na posição de sempre ajudar o outro. Foi um grande pai para todo mundo que cruzou no caminho dele", disse Diniz à TNT Sports.
Presenças e relação com o Corinthians
Jogadores do Fluminense e outras personalidades do futebol também estiveram no velório. Entre eles estavam BAP, presidente do Flamengo; Rodrigo Caetano e Juan, da Seleção Brasileira; Lima, meio-campista do Santos; Keno e Thiago Santos, do Coritiba; e Renato Augusto, ex-atleta.
Angioni teve duas passagens pelo Corinthians. De 1997 a 1998, chefiou o Departamento de Futebol. Em 2004, voltou ao clube como gerente de futebol profissional. Após a confirmação da morte, o Corinthians publicou uma mensagem de luto e manifestou solidariedade aos familiares e amigos do ex-dirigente.
A carreira de Angioni começou no início da década de 1980. Depois de deixar o Municipal, da Tijuca, passou a trabalhar no Vasco da Gama, onde ficou por 14 anos. Também atuou por Flamengo, Palmeiras, Bahia, Olaria e Fluminense, além de integrar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Entre 1989 e 1990, Angioni foi supervisor da Seleção Brasileira.









