Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Célio Silva destaca influência de Diniz na formação de atletas do Corinthians

Ex-zagueiro diz que o treinador mudou conceitos do futebol brasileiro e defende a preservação da identidade dos clubes nas categorias de base.

Célio Silva destaca influência de Diniz na formação de atletas do Corinthians

O ex-zagueiro Célio Silva relembrou a parceria com Fernando Diniz no Corinthians e avaliou a influência do treinador na formação de jogadores. Para o ex-atleta, o modelo de jogo defendido por Diniz alterou conceitos do futebol brasileiro e passou a alcançar também as categorias de base.

Célio Silva trabalhou com Diniz na primeira passagem do treinador pelo Corinthians e enfrentou o técnico quando ele comandava o Juventus. Na avaliação do ex-zagueiro, Diniz começou a desenvolver esse projeto no Votoraty, onde conquistou a Copa Paulista duas vezes, e depois realizou campanhas pelo Audax.

O estilo exige que os defensores tenham participação na construção das jogadas e personalidade para atuar com a bola. Célio afirmou que esse tipo de comportamento já é cobrado de atletas jovens durante o processo de formação.

Parceria no Corinthians

Célio Silva defendeu o Corinthians entre 1994 e 1998 e atuou ao lado de Fernando Diniz no fim de sua passagem pelo clube. Os dois jogaram juntos em 22 partidas, entre 1997 e 1998, com dez vitórias, cinco empates e sete derrotas. A dupla conquistou o Campeonato Paulista de 1997.

Ao todo, Célio disputou 157 jogos pelo Corinthians. Também venceu a Copa do Brasil e o Campeonato Paulista de 1995, além do Troféu Ramón de Carranza em 1996. O chute de fora da área rendeu 19 gols pelo clube e o apelido de “Canhão do Parque”.

Depois de deixar o Corinthians em 1998, com destino ao Goiás, o ex-zagueiro voltou ao clube para trabalhar nas categorias de base. Foi treinador da formação entre 2017 e trabalhou com Felipe Longo, Guilherme Biro, Léo Maná e Wesley.

Desde 2022, Célio atua como captador de atletas e auxiliar técnico da base. Ele também trabalha no desenvolvimento individual de jogadores, com atenção a necessidades específicas de fundamentos do Sub-12 ao Sub-6.

Para o ex-zagueiro, a formação deve respeitar a identidade de cada clube. “Eu acredito que o atleta tem que desenvolver o perfil do clube”, afirmou. Na avaliação dele, a filosofia escolhida por um treinador não pode apagar a maneira como a equipe foi construída nem a forma como sua torcida espera vê-la jogar.

Além do Corinthians, Célio Silva jogou por Americano, Vasco, Internacional, Goiás, Flamengo, Universidad Católica, do Chile, e Caen, da França. Também teve passagens pela Seleção Brasileira entre 1992 e 1997.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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