Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Corinthians vence Bahia com uma jogadora a menos e vai à final do Brasileirão Feminino

Emily Lima explicou as mudanças táticas feitas após a expulsão de Thaís Regina e destacou a comunicação com as atletas durante a semifinal.

O Corinthians venceu o Bahia por 1 a 0 na última segunda-feira, avançou à final do Brasileirão Feminino e garantiu a classificação mesmo depois da expulsão da zagueira Thaís Regina. Após a partida na Neo Química Arena, a técnica Emily Lima explicou como a equipe se reorganizou para manter a vantagem e destacou a adaptação do elenco ao sistema com três defensoras.

A treinadora afirmou que a formação já havia sido utilizada em situações de emergência e que as funções individuais permaneceram preservadas mesmo com a mudança em relação ao 4-4-2 em losango. Depois do cartão vermelho, Duda Sampaio foi deslocada para a posição central da defesa, Duda Mineira ocupou o lado esquerdo e Thais Ferreira ficou pelo lado direito. A equipe manteve uma linha de cinco, com liberdade para as alas avançarem.

Ajustes após a expulsão

Emily Lima relatou que a equipe começou a trabalhar com um 5-3-1 para dificultar a circulação do Bahia entre os corredores. No segundo tempo, o desenho passou para um 4-4-1, com as alas pressionando mais alto e o meio-campo conduzindo o adversário para os lados. A estratégia permitiu recuperar bolas e limitar as infiltrações pelo centro.

A técnica também explicou que conversou com as atletas durante a partida. Andressa foi orientada a atuar pela ala direita, enquanto Gi Fernandes deixou o campo porque já tinha cartão amarelo. A comissão decidiu não arriscar a permanência da jogadora, em uma partida cuja arbitragem foi criticada por Emily.

“Essa troca transparente é o que faz o Corinthians crescer e ter uma regularidade melhor, sem oscilar tanto”, afirmou a treinadora.

Segundo Emily, o Bahia manteve a posse, mas encontrou dificuldades para jogar de costas, buscar apoio e infiltrar. A linha defensiva conseguiu fechar os espaços, enquanto Jhonson foi utilizada como referência de velocidade nos momentos de transição. A treinadora disse ainda que a equipe poderia ter ampliado o placar quando o adversário se expôs na etapa final.

Comunicação e decisão

A técnica destacou o diálogo como parte do trabalho desde o início da carreira, em 2011, no Juventus. Ela afirmou que consulta as jogadoras antes de tomar decisões e que já tinha trabalhado com várias atletas no Santos e na Seleção Brasileira.

Emily também contou que conversou com Jhonson para evitar que a jogadora perdesse a concentração após os lances de arbitragem e falou com Thaís Regina depois da expulsão. Para a treinadora, o apoio entre as atletas ajudou o Corinthians a sustentar o resultado com uma jogadora a menos.

A técnica mencionou ainda expulsões de Dayana Rodríguez, contra o Flamengo, e de Thaís Regina, ambas aplicadas pela mesma árbitra. Na avaliação de Emily, os critérios deveriam ser iguais para as duas equipes.

Com as vitórias nos jogos de ida e volta, o Corinthians enfrentará o São Paulo na decisão do Brasileirão Feminino. O rival eliminou o Flamengo nas semifinais. O jogo de ida está marcado para este sábado, às 16h30, com mando do Corinthians, mas o local ainda não foi definido.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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