Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Breno Bidon chegou ao Corinthians após avaliação no futsal do sub-14

Robson Zimmermann contou como o volante foi observado, aprovado em duas semanas e desenvolvido por diferentes profissionais no clube.

Breno Bidon chegou ao Corinthians após avaliação no futsal do sub-14

O volante Breno Bidon foi levado ao Corinthians após ser observado ainda no futsal do sub-14. Aos 21 anos, o jogador é um dos destaques do elenco e veste a camisa 27. Recentemente, também foi convocado por Carlo Ancelotti para a Seleção Brasileira.

Robson Zimmermann, ex-captador e ex-coordenador técnico das categorias de base do clube, explicou que a identificação ocorreu fora do processo mais comum de transição para o futebol de campo. De acordo com ele, os clubes costumam fazer essa mudança entre os 9 e 12 anos.

Na avaliação, Zimmermann observou a passada, o manejo corporal e os aspectos técnicos de Bidon em um espaço reduzido. Depois de conversar com os pais, conseguiu autorização para um período de testes no Corinthians.

A previsão inicial era de uma semana por mês de treinamento, dentro do processo de observação de atletas. O primeiro contato, porém, chamou a atenção do técnico, que pediu para ver o jogador junto ao grupo. Bidon permaneceu duas semanas em avaliação e acabou aprovado.

Formação depende de várias etapas

Zimmermann afirmou que a chegada do volante à Seleção Brasileira não pode ser creditada somente ao trabalho de captação. Segundo ele, o desenvolvimento envolve diferentes comissões técnicas e profissionais ao longo da formação. O ex-coordenador disse que é preciso cuidado porque os clubes trabalham com milhões e erros podem comprometer o desenvolvimento de um atleta.

Na entrevista, ele também criticou a troca precoce de posição motivada pela busca por resultados imediatos. Para Zimmermann, essa prática pode afastar o jogador de suas características naturais e gerar um problema recorrente na formação brasileira.

O ex-coordenador defendeu um planejamento de longo prazo, citando clubes da Europa e de mercados alternativos que levam três a cinco anos para preparar um atleta antes da entrada definitiva no futebol profissional. Ele afirmou que esses mercados podem receber jogadores aos 18 anos e desenvolvê-los até os 23 anos.

Zimmermann também mencionou experiências com André e Iago Machado para defender uma transição programada entre a base e o profissional. Na avaliação dele, lançar jovens por falta de dinheiro para contratações ou durante um transfer ban, sem preparação, aumenta os riscos do processo.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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