Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Augusto Cury apresenta candidatura como alternativa à polarização no Rio

Em ato em Copacabana, candidato do Avante criticou a divisão entre esquerda e direita e defendeu mudanças no Bolsa Família.

No Rio, Cury diz ser 3ª via e enaltece eleitores de direita e esquerda

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou, durante ato em Copacabana, que sua candidatura é uma alternativa à polarização entre esquerda e direita. Ele defendeu que o país não seja concentrado em dois grupos políticos e disse respeitar eleitores dos dois campos.

Cury caminhou pela orla entre os postos 6 e 5 e discursou debaixo de chuva em um trio elétrico. Em uma das falas, declarou: “O Brasil não aguenta mais ser capturado por apenas duas famílias”. O candidato também afirmou que o país vive uma disputa entre grupos e apresentou a família brasileira como um símbolo de união nacional.

Durante o evento, Cury elogiou o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. Depois, afirmou à imprensa que não pretendia defender um ministro específico, mas que espera transparência e independência para a investigação de indícios de corrupção.

Ato teve presença de cabos eleitorais

O evento reuniu cabos eleitorais de candidatos a deputados estaduais e federais. Entre 9h e 11h, grupos ligados a essas campanhas permaneceram na orla. Durante a caminhada, candidatos do Rio tentaram se aproximar de Cury para gravar vídeos para suas campanhas.

A movimentação provocou tensões na chegada e na saída do candidato. Pessoas sem mandato tentaram se apresentar como políticos eleitos para acessar áreas fechadas onde Cury estava, enquanto o locutor do carro de som reforçava a mensagem de pacificação.

O candidato também relatou ter origem humilde e mencionou uma visita recente à favela da Rocinha, onde disse ter pedido o coração dos eleitores, e não apenas votos. Ele afirmou ter vivido dificuldades relacionadas à falta de roupas e calçados.

Proposta para o Bolsa Família

Cury defendeu mudanças no Bolsa Família. Segundo ele, beneficiários que assinarem a carteira de trabalho devem continuar recebendo o benefício e ganhar um prêmio adicional. O candidato afirmou que os valores atuais, de R$ 600 mais R$ 150 por filho, permitem apenas a sobrevivência e que os beneficiários deveriam ter condições de sonhar com uma casa e um carro.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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