Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Zanin rejeita liminar para obrigar Senado a analisar CPI do Banco Master

Ministro afirmou que faltam informações sobre outros requerimentos relacionados ao banco antes de avaliar possível omissão da Presidência do Senado.

Zanin rejeita liminar para obrigar Senado a analisar CPI do Banco Master
Foto: Luiz Silveira/STF

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou na terça-feira, 22, o pedido de liminar do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) para obrigar o Senado a dar andamento à criação de uma CPI do Banco Master. A decisão não impede a instalação da comissão e não encerra a análise do processo.

Vieira acionou o STF após a falta de andamento de um requerimento apresentado em março e apoiado por 41 assinaturas. O documento ainda não havia sido analisado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Requerimentos em análise

Para Zanin, não foi comprovada, neste momento, uma omissão ilegal de Alcolumbre que justificasse a intervenção do Judiciário. O ministro afirmou que são necessárias informações sobre outros pedidos de CPI relacionados ao Banco Master já apresentados ao Senado.

A decisão também destacou que o próprio senador mencionou na ação a existência de um requerimento anterior, igualmente assinado por ele. Segundo o ministro, é preciso verificar como esse pedido tramita e se existe sobreposição entre as propostas.

Zanin considerou ainda a possibilidade de o novo requerimento abordar apenas parte de uma investigação já proposta. Com isso, concluiu que não havia elementos suficientes para determinar, em caráter liminar, a instalação da comissão.

O ministro citou entendimento anterior do STF de que uma contestação judicial por suposta omissão do presidente de uma Casa do Congresso depende de prova pré-constituída e inequívoca da irregularidade. A decisão rejeitou somente o pedido de medida provisória apresentado por Vieira.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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