Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Daniel Vilela lidera disputa pelo governo de Goiás com 41,4%, aponta pesquisa

Levantamento do Veritá ouviu 1.525 eleitores entre 20 e 24 de setembro e tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

Daniel Vilela lidera disputa pelo governo de Goiás com 41,4%, aponta pesquisa

Daniel Vilela (MDB) aparece na liderança da disputa pelo governo de Goiás no primeiro turno, com 41,4% das intenções de voto, segundo pesquisa divulgada neste domingo (27) pelo instituto Veritá. Wilder Morais (PL) registra 29,7%.

Luis Cesar Bueno (PT) tem 14,3%, seguido por Marconi Perillo (PSDB), com 13,3%. Danilo da Silva (PCO) e Luciana Amorim (UP) aparecem com 0,6% cada. Branco ou nulo soma 1,4%, enquanto 3,0% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Perfil dos eleitores

Daniel Vilela lidera entre homens, com 38,2%, e mulheres, com 40,8%. Wilder Morais alcança 30,9% entre os homens e 26,1% entre as mulheres. Luis Cesar Bueno registra 14,5% e 13,0%, respectivamente. Marconi Perillo tem 11,6% entre os homens e 13,9% entre as mulheres.

Entre eleitores de 16 a 34 anos, Daniel Vilela soma 42,4%, seguido por Luis Cesar Bueno, com 25,3%; Wilder Morais, com 15,0%; e Marconi Perillo, com 10,9%. Na faixa de 35 a 54 anos, Vilela tem 40,7%, Wilder, 27,9%, Marconi, 14,1%, e Luis Cesar, 11,6%. Entre pessoas com 55 anos ou mais, os percentuais são de 35,1%, 32,4%, 14,9% e 12,8%, respectivamente.

Por renda, Vilela lidera nas três faixas apresentadas: 40,2% entre quem recebe até 2 Salários Mínimos; 40,5% na faixa de 2 a 5 Salários Mínimos; e 36,8% entre eleitores acima de 5 Salários Mínimos.

Entre católicos, Daniel Vilela tem 44,0%. Entre evangélicos, Wilder Morais e Vilela aparecem empatados numericamente, com 34,8% cada.

A pesquisa foi realizada entre 20 a 24 de setembro, com 1.525 eleitores em Goiás. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE pelos números GO-08703/2026 e BR-08745/2026. Segundo o instituto, 20% das entrevistas foram auditadas por ligações telefônicas e/ou visitas domiciliares.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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