Londrina, Terça-feira, 29 de setembro de 2026
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Lula condena uso de Nossa Senhora Aparecida em disputa política

Presidente afirmou que atacar a santa não é aceitável e disse não saber se a informação sobre Flávio Bolsonaro era falsa.

Lula condena uso de Nossa Senhora Aparecida em disputa política
Foto: Pedro Kirilos/Estadão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não é aceitável envolver Nossa Senhora Aparecida em ataques políticos. A declaração ocorreu após a circulação de uma informação falsa sobre Flávio Bolsonaro, do PL, e um suposto projeto para retirar da santa o título de padroeira do Brasil.

Lula também disse que é preciso respeitar diferentes religiões. “Eu respeito a religião evangélica, e quero que respeite a religião católica, a religião de matriz africana, porque cada um professa sua fé como quiser, sem magoar os outros”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de a história ser fake news, o presidente declarou que não sabia se era falsa. Ele mencionou episódios anteriores envolvendo a imagem de Nossa Senhora Aparecida e disse que ela continuará sendo considerada padroeira do Brasil por causa da fé da população.

Circulação da informação

Desde a última quinta-feira, 24, perfis de esquerda passaram a divulgar a versão de que Flávio Bolsonaro apoiaria uma proposta para retirar o título de “padroeira do Brasil” de Nossa Senhora Aparecida. O monitoramento da campanha do candidato atribuiu o início da publicação ao influenciador Jeferson de Oliveira Monteiro, responsável pelo perfil “Dilma Bolada”. Ele negou ter divulgado informações falsas.

A história ganhou alcance após um programa de televisão abordar uma suposta mobilização de evangélicos em torno do projeto e uma possível reação da Igreja Católica. Depois, a emissora corrigiu a informação e pediu desculpas pelo erro. Um levantamento do Instituto Democracia em Xeque indicou que o caso chegou a 1 milhão de postagens em menos de três dias.

A proposta foi apresentada pelo então deputado federal Victório Galli em dezembro de 2007 e arquivada em 2008.

Flávio afirmou que o PT levantou a fake news com ajuda de pessoas de dentro da CNBB. A entidade negou participação e declarou: “Mentira não se combate com outra mentira”.

Texto produzido pela Redação Ponto de Hoje com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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